segunda-feira, 8 de junho de 2026

Francisco do PT aparece mais uma vez entre os primeiros colocados em pesquisa para deputado estadual


O deputado estadual Francisco do PT voltou a figurar entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Desta vez, o parlamentar apareceu na terceira colocação da pesquisa Exatus, divulgada recentemente, com 1,6% das citações.

O resultado reforça a presença de Francisco entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar e mantém uma sequência de bons desempenhos nas pesquisas divulgadas nos últimos meses. Desde que os levantamentos para as eleições de 2026 começaram a ser publicados, o deputado tem aparecido de forma recorrente entre os primeiros colocados nas intenções de voto para deputado estadual.

Líder do Governo na Assembleia Legislativa, Francisco tem se destacado pela atuação em defesa dos municípios, da educação, da agricultura familiar, dos recursos hídricos e de pautas voltadas ao desenvolvimento regional. Ao longo do atual mandato, o parlamentar também tem desempenhado papel importante na articulação e aprovação de projetos considerados estratégicos para o Rio Grande do Norte.

A pesquisa Exatus foi realizada entre os dias 26 e 29 de maio de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. O levantamento possui margem de erro de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.

PSDB desmente exigências plantadas na imprensa sobre troca de nomes em chapa governista


Sem ter fechado com nenhuma das 3 principais chapas majoritárias apresentadas no Rio Grande do Norte até agora, o PSDB - noivo - termina sendo assunto de todas as articulações e de todos os microfones.

E tem sido apontado como legenda exigente, que quer vaga de vice e até trocar nomes já sacramentados para o Senado.

O que o próprio partido rebate: enquanto não anunciar posição oficial, o que for dito poderá ficar pelo não dito.

Sabe aquela máxima repetida nas últimas eleições sobre o presidente da Assembleia Legislativa, que 'só quem fala por Ezequiel é Ezequiel?'...

Continua tão atual quanto o momento em que a frase foi dita pela primeira vez pelo jornalista Rodrigo Rafael, assessor de Ezequiel.

FONTE: thaisagalvao.com.br

BOLSONARISMO NU: "Quando cai a fantasia anticorrupção, aparece o ódio aos pobres e às minorias"


As sucessivas contradições envolvendo lideranças do campo bolsonarista têm enfraquecido um dos pilares centrais que sustentaram sua ascensão política: o discurso do combate à corrupção. Quando figuras que construíram sua trajetória pública apresentando-se como alternativas morais à política tradicional passam a enfrentar questionamentos semelhantes aos que antes denunciavam, a narrativa perde força e capacidade de mobilização. 

O caso mais expressivo é o de Flavio Bolsonaro, pego pedindo 134 milhões ao dono do Banco Master Daniel Vorcaro. Mas há também Cláudio Castro, Ibaneis Rocha, Sostenes Cavalcante e um batalhão mais de políticos bolsonaristas. 

Os exemplos são os mais variados. O escândalo do Master está no colo da extrema direita. O resultado é que o debate político tende a revelar com mais nitidez divergências ideológicas que estavam encobertas por uma retórica moralizante.

Nesse cenário, emerge de forma mais explícita a rejeição a políticas associadas à ampliação da proteção social e à redistribuição de renda. Programas como o Bolsa Família e outras iniciativas voltadas à redução das desigualdades passam a ocupar o centro do conflito político, evidenciando que parte da oposição ao PT não se limita a críticas de gestão ou a denúncias de corrupção, mas envolve uma discordância profunda sobre o papel do Estado na promoção da inclusão social e na destinação de recursos públicos para os setores mais pobres da população. Trata-se de um conflito de classe e, portanto, também distributivo.


Também ganham destaque disputas relacionadas aos costumes, aos direitos das minorias, o papel da mulher na sociedade e ao reconhecimento das desigualdades históricas brasileiras. Temas como combate ao racismo, inclusão social e ampliação de direitos civis deixam de aparecer como pautas secundárias, encobertas por um suposto - e falso - ataque ao sistema - e passam a expor um embate de visões de mundo. Com o bolsonarismo nu e sem o escudo da anticorrupção, o confronto político tende a se concentrar cada vez mais na discussão sobre qual projeto de sociedade o país pretende construir e quais grupos sociais devem ser contemplados pelas políticas públicas.


O Potiguar