O que tem acontecido no Brasil é uma verdadeira afronta à fé das pessoas de bem, que frequentam igrejas em busca de paz, consolo e orientação espiritual.
Transformar a fé em ferramenta política, usando o nome de candidatos como se fossem salvadores, é o mesmo que erguer um “bezerro de ouro” para ser adorado no lugar de Jesus Cristo.
O que leva um padre ou pastor a abandonar o verdadeiro evangelho para transformar o púlpito em palanque eleitoral? Desde quando líderes religiosos passaram a agir como donos da fé e da consciência das pessoas?
É impossível ignorar os efeitos desse comportamento. Famílias estão sendo divididas, amizades destruídas e fiéis abandonando suas igrejas — não por causa do evangelho, mas por causa de líderes que se colocam como juízes, separando o povo entre “os que vão para o céu” e “os que vão para o inferno”, conforme posição política.
Isso é uma aberração!
O ex-presidente Jair Bolsonaro já responde por seus atos na Justiça, No entanto, um dos efeitos mais marcantes de sua atuação foi a aproximação entre política e religião, que acabou gerando divisões e influências dentro das igrejas.
A religião tem sido usada como abrigo para políticos que se escondem atrás da Bíblia para justificar atitudes questionáveis, enquanto se dizem perseguidos. Criam uma falsa narrativa de perseguição religiosa para manipular a fé e conquistar votos.
Se a igreja que você frequenta abre espaço para políticos — seja de direita ou de esquerda — acenda o alerta.
A fé não pode ser usada como moeda eleitoral.
Deus não está nesse meio. Esse não é o propósito do evangelho. Essa não é a mensagem de Jesus Cristo.
Nessa eleição, não vote em quem usa a religião como palanque eleitoral, para angariar votos. Fé não é palanque!
“Fuja de toda aparência do mal.” (1 Tessalonicenses 5:22)