O deputado Zé Trovão, aliado de Flávio Bolsonaro, acionou a Justiça para tentar barrar o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, que eleva o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691. A ação foi rejeitada pelo TSE por uma questão processual.
Qual é a lógica de tentar impedir que famílias de baixa renda recebam um benefício maior?
Pode-se discutir o momento político do reajuste, sua legalidade e seus impactos fiscais. Mas transformar o aumento da renda de milhões de famílias em alvo de disputa eleitoral levanta uma questão que merece ser respondida: a quem interessa barrar um recurso destinado justamente a quem mais precisa?

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