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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ALERTA!: "Febre amarela pode estar de volta, saiba como se proteger"

Recentemente, uma onda de possíveis casos de febre amarela tem causado alarme entre os brasileiros, principalmente os de Minas Gerais. No estado, já são 110 casos e 30 mortes suspeitos da doença. Entenda, a seguir, para quem a infecção transmitida pelo mosquito é um risco e como se proteger dela.
A infectologista Thais Guimarães, presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, explica que, apesar de ser esperado um aumento no número de casos de febre amarela no início do ano – época em que aumenta a circulação de mosquitos -, a quantidade de infectados neste momento é muito maior que o de costume.
A infectologista Thais Guimarães explica que todos os casos detectados agora são silvestres, ou seja, foram transmitidos a pessoas que adentraram zona de mata, onde o vírus da febre amarela é disseminado entre macacos pelos mosquitos Aedes albopictus e Haemagogus.
Mas quando as pessoas contaminadas nas áreas silvestres voltam para as cidades, elas podem ser picadas e transmitir a doença através do mosquito para outras pessoas. Nesse caso, o vetor passa a ser o mosquito Aedes aegyptis, mesmo transmissor da dengue e do Zika. A especialista explica que, no caso, a recomendação é que quem mora ou vá viajar para as cidades onde foi decretada a situação de emergência e não recebeu a vacina seja vacinado.
No Brasil, as chamadas “áreas com recomendação de vacina contra febre amarela” incluem grande parte do território, com exceção, principalmente, da faixa litorânea.
Gestantes, mulheres que estejam amamentando, bebês e pessoas imunossuprimidas devem consultar um médico antes de procurar a vacina para que sejam avaliados individualmente os prós e contras de receber a imunização. Além da vacina contra febre amarela, a infectologista explica que é importante investir em repelentes, mangas e calças compridas antes de visitar regiões de mata.

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