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quinta-feira, 14 de junho de 2018

POLÍTICA: "Apesar de ter sido citado por Rita das Mercês, Robinson já tem 11 deputados estaduais apoiando sua reeleição"

O governador Robinson Faria (PSD), que ainda não pagou o décimo terceiro salário dos servidores públicos referente a 2017, conta com o apoio de onze, dos vinte e quatro deputados estaduais para o seu projeto de reeleição: Ezequiel Ferreira, Márcia Maia, Gustavo Carvalho, José Dias, Raimundo Fernandes e Larissa Rosado (PSDB) ; Dison Lisboa, Galeno Torquato e Vivaldo Costa (PSD);  José Adécio (DEM) e  Nélter Queiroz (MDB).

Dessa lista, nomes como Ezequiel Ferreira de Souza, presidente da Casa, apontado como envolvido na Operação Dama de Espadas; Dison Lisboa (que usa tornozeleira eletrônica); Galeno Torquato (que teve bens bloqueados por recomendação do Ministério Público) e José Adécio (que está inelegível e já “passou a bola” para o filho Gustavo Costa, que tentará ocupar sua cadeira, dando continuidade à velha prática do poder, aqui no RN, ficar passando de pai pra filho, primo, etc…).

Enquanto as pesquisas de opinião pública, até agora, apontam para a impopularidade e rejeição de Robinson Faria, ele prossegue noticiando apoios recebidos de prefeitos e, de uma hora pra outra, passou a entregar obras, acompanhar outras e a ocupar grande espaço na mídia, inclusive até com programas em emissoras de rádio.

AquiRN


ELEIÇÕES 2018: "Geraldo Melo poderá ser o senador de Robinson"

Pré-candidato ao Senado, o ex-governador Geraldo Melo, poderá integrar a chapa do governador Robinson Faria (PSD). 

O PSDB, deve bater até agosto o martelo quanto o apoio à reeleição do governador e indicar o 'tamburete' como candidato ao Senado Federal.

Tales Vale


CORRUPÇÃO: "José Agripino é réu pela segunda vez"

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (12) aceitar denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador José Agripino Maia (DEM-RN). Com a decisão, o senador se torna réu no processo por corrupção, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.
De acordo com a PGR, Agripino foi citado em um depoimento de delação premiada de um empresário do Rio Grande do Norte, que o acusou de receber aproximadamente R$ 1 milhão em contrato de inspeção veicular entre uma empresa privada e o governo do estado, em 2010, durante a gestão da ex-governadora Rosalba Ciarlini, cuja denúncia foi arquivada.
O julgamento foi retomado nesta tarde após registrar um empate na votação, durante a sessão da semana passada. Ao decidir a questão, o ministro Celso de Mello entendeu que há indícios mínimos para abertura do processo criminal, como depósitos de valores em espécie na conta do parlamentar.
Na semana passada, os ministros Edson Fachin e Ricardo Lewandowski votaram pelo recebimento da denúncia. Dias Toffoli discordou em parte do relator por entender que a delação premiada deveria ter sido assinada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e não por auxiliares indicados por ele. Gilmar Mendes votou pelo arquivamento da denúncia.