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sábado, 17 de junho de 2017

BLOG INFORMA: "Amanhã é domingo, e domingo é dia de almoçar no Restaurante Recanto Verde"




PARELHAS: "Presidente Humberto Gondim emite nota de pesar pelo falecimento da ex-governadora Wilma de Faria"


OPERAÇÃO DAMA DE ESPADAS: "Hermano Morais, Ezequiel Ferreira, Carlos Augusto e Gustavo Carvalho são denunciados pelo Ministério Público"

Ministério Público do Rio Grande do Norte entrou com ação de improbidade administrativa contra quatro deputados estaduais que compõem a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. A ação é referente ao ato de aposentadoria da ex-procuradora da Casa, Rita das Mercês, e às investigações da operação Dama de Espadas.

A operação, deflagrada em agosto de 2015, investigou um esquema de desvios de recursos na Assembleia Legislativa do Estado através de pagamento de funcionários fantasmas. Rita das Mercês, ex-procuradora-geral da AL, é apontada pelo MP como chefe do esquema e chegou a ser presa em 20 de agosto de 2015, mas foi solta três dias depois. A aposentadoria dela foi publicada no Diário Oficial do Estado em abril de 2016.

No início desta semana, o MP havia entrado com pedido de anulação do ato de aposentadoria de Rita das Mercês junto ao Tribunal de Contas do Estado. Na representação entregue ao TCE, o procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, ressaltou: "é evidente que o ato impugnado nesta petição teve o indisfarçável intuito de conceder a Rita das Mercês um suporte financeiro para se manter silente quanto aos meandros do esquema do qual era uma das principais articuladoras".

Já nesta sexta-feira (16), o MP informou que o procurador-geral de Justiça ajuizou ação de improbidade administrativa, na 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, em desfavor dos deputados estaduais Ezequiel Ferreira de Souza, Hermano Moraes, Carlos Augusto Maia e Gustavo Carvalho, que compõem a Mesa Diretora da Casa, e contra a ex-procuradora Rita das Mêrces.

Fonte: G1RN


ARRETADA!: "Nordestina faz cordel para defender o forró: "Devolva meu São João"

A campanha “Devolva Meu São João”, encabeçada por artistas, músicos e sanfoneiros nordestinos, foi mote para a poeta e advogada pernambucana Mariana Teles, que aborda o tema com versos e rimas. Na poesia de cordel, Mariana reforça a reinvidicação de artistas que alegam ter perdido espaço nas grades dos festejos juninos para os cantores do sertanejo e ainda denuncia a descaracterização do São João na região.
“Se quiser ouvir Marília/ No mesmo tom da sofrência/ É comprar com antecedência / Villa Mix de Brasília… / Mas no São João tem família / Que não desce até o chão / Vai pra ouvir Assisão”, diz um trecho.
A poeta nasceu em Tuparetama, no Sertão do Pajeú, mas mudou para o Recife. Mariana é filha do repentista Valdir Teles, de São José do Egito, e já lançou o livro O novo mar de poesia (2015).
“Sou apologista do Nordeste e admiradora das artes. Em relação a essa polêmica, acredito que é preciso uma janela mais democrática na construção de festas que atendam os novos públicos, mas não deixe os artistas que militam o ano inteiro pela causa de fora”, comenta. “Tem que ter nomes mais conhecidos, mas dando prioridade aos que carregam a bandeira do forró e da tradiçãoo junina”, completa.

Confira a poesia de Mariana Teles:

Não é contra o sertanejo,
Maiara nem Maraísa
Mas no São João precisa
Tocar “lembrança de um beijo”,
É contra a máfia que eu vejo
Ganhando licitação,
Usurpando a tradição,
Vendendo a identidade
Pelo forró de verdade,
“Devolva meu São João”

Imaginem Salvador
Pátria do axé brasileiro,
Colocando um violeiro
Num trio do parador,
Leo Santana e um cantador
Dividindo a percussão
Vila Nova num cordão,
Sem tocar mais Preta Gil
Pelos ritmos do Brasil,
“Devolva meu São João”

Cultura é identidade!
É patrimônio de um povo,
E nenhum sucesso novo
Compra originalidade.
Não discuto a qualidade
Mas discuto a tradição,
Quem quiser ouvir modão,
Ou a Festa da Patroa,
Vá pra terra da garoa.
“Devolva meu São João”

Se quiser ouvir Marília
No mesmo tom da sofrência,
É comprar com antecedência
Villa Mix de Brasília…
Mas no São João tem família,
Que não desce até o chão
Vai pra ouvir Assisão,
Forró sem som de “breguismo”
Não dê lucro pra o modismo.
“Devolva meu São João”

Pela pátria nordestina!
Pelas nossas tradições!
Vamos romper os cordões
De camarote em Campina,
São João é na concertina,
Não se divide em cordão
Para quê segregação
Numa festa popular?
Ninguém pode separar!
“Devolva meu São João”

E as próximas gerações,
O que irão conhecer?
Irão “curtir e beber”
Como ensina esses modões?
Que será das tradições,
Com o som de apelação?!
De Wesley Safadão
Que o forró não promove
É brega noventa e nove…
Só um por cento é São João


ÚLTIMO ADEUS: "Potiguares se despendem de Wilma ao som de "Meu coração é vermelho"

Aconteceu ontem, dia 16, por volta das 21h30, o sepultamento da ex-governadora do Rio Grande do Norte Wilma de Faria, que morreu na última quinta-feira 15 vítima de um câncer no intestino.
O cortejo fúnebre saiu da Catedral Metropolitana de Natal às 20h e contou com a presença de diversas autoridades políticas, como o governador Robinson Faria, o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) e diversos vereadores de Natal. Os Potiguares se despidiram de Wilma ao som da música "Meu coração é vermelho", tema que embalou suas campanhas.
Confira as principais imagens do sepultamento:

Agora RN

JOESLEY BATISTA: "Temer chefia maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil"

O empresário Joesley Batista, um dos donos do Grupo JBS, disse em entrevista à revista Época deste fim de semana que o presidente Michel Temer, no poder desde maio de 2016, lidera a “maior e mais perigosa” quadrilha do país. No Brasil para prestar depoimento à Polícia Federal, em que reafirmou todas as denúncias contra o peemedebista, o delator comentava com o jornalista Diego Escosteguy, editor-chefe da semanal, os mecanismos de chantagem supostamente praticados, entre outros, pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e pelo doleiro Lúcio Funaro, ambos presos na Lava Jato, quando assim classificou o grupo de Temer:
“Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente”, declarou Joesley, que detalha a atuação do grupo comandado por Temer, presidente do PMDB entre 2001 e 2016, quando se licenciou da função para assumir o comando do país.
A delação premiada do empresário tem relação não só com a Operação Lava Jato, que tem Temer e boa parte de seus ministros e ex-ministros na mira de investigadores, mas também com a Operação Bullish – deflagrada em 17 de maio pela Polícia Federal, apura a ocorrência de fraudes em aportes concedidos pelo BNDES, entre 2007 e 2011, por meio de sua subsidiária BNDESPar.
“O Temer é o chefe da orcrim [abreviação para ‘organização criminosa’] da Câmara. Temer, Eduardo [Cunha], Geddel [Vieira Lima], Henrique [Alves], [Eliseu] Padilha e Moreira [Franco]. É o grupo deles. Quem não está preso está, hoje, no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais, para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, acrescentou Joesley.

BRASIL: "Temer perde apoio de deputados do PSDB para barrar denúncia de Janot"

O Palácio do Planalto e o PMDB não contam mais com o apoio dos 46 deputados do PSDB para barrar a denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prepara para apresentar contra o presidente Michel Temer, investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva, associação criminosa e obstrução de Justiça. A retirada dos tucanos dos mapas da guerra de resistência que o governo espera para as próximas semanas ocorreu depois de declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Até há poucos dias fiador da gestão peemedebista, o tucano passou a admitir a antecipação das eleições presidenciais de 2018 como solução para a crise política protagonizada por Temer.
“Este será um momento decisivo para o PSDB. A depender do conteúdo da denúncia, o partido fica ou deixa o governo, vota pela admissibilidade ou rejeita”, disse um dirigente do partido ao Congresso em Foco. “Só contarão conosco se a denúncia for fraca. Por que vamos apoiar um governo moralmente insustentável?”, completou o tucano, na esteira das declarações de FHC sobre a aliança com Temer.