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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

TUIUIÚ: "Prossegue a festa de Santa Luzia"

A festa de Santa Luzia, da Comunidade Tuiuiú, prossegue nesta sexta-feira(18) e neste sábado(20).

Confira a programação:

Sexta-feira(18)- Noite dedicada ao grupo de casais.
19h- Primeira novena
Tema: "Jesus a misericórdia e suas parábolas"

Sábado(19)- Noite dedicada ao terço das mulheres e terço dos homens.
19h- Segunda novena
Tema: "Aquele a quem pouco foi perdoado,pouco ama: Os dois devedores, Lc 7: 36 a 50"


DELAÇÃO SELETIVA: "Após mirar em Dilma e acertar Temer, delator agora nega propina em 2014"

O ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, prestou um novo depoimento ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (17) e mudou a versão dada anteriormente: agora ele afirma que não houve propina para a campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014. Em seu primeiro depoimento, Marques de Azevedo havia dito que entregou propina de R$ 1 milhão para a campanha petista. A defesa de Dilma, porém, mostrou provas de que o suposto “cheque da propina” na verdade havia sido entregue a Michel Temer.

PMDB tornou-se uma superestrutura apodrecida. Por Josias de Souza!

Em menos de 24 horas, dois ex-governadores do Rio de Janeiro foram em cana. Isso é coisa para o livro dos recordes. O preso de hoje, Sérgio Cabral (PMDB), tem mais peso político do que o de ontem, Anthony Garotinho (PR). Isso porque o grupo de Cabral continua comandando o Rio, agora por meio do governador Luiz Fernando Pezão.
A primeira consequência prática da nova prisão é que Pezão terá ainda mais dificuldades para aprovar o seu pacote de maldades fiscais. Difícil exigir sacrifícios de uma sociedade que se sente assaltada por seus governantes. Para complicar, entre os presos está Hudson Braga, que foi coordenador da campanha de Pezão em 2014.
Presidente nacional do PMDB e líder do governo Temer no Senado, Romero Jucá disse que a prisão de Cabral não prejudica o partido. Para Jucá, o problema é só de Cabral. Avalia que a encrenca não interfere nem mesmo na rotina do governo do Rio. Então, tá! Quem quiser que acredite. Quem preferir pode prestar atenção na segunda consequência da prisão de Cabral.
Ao enviar Sérgio Cabral para a cadeia, a Lava Jato potencializa a impressão, já bem disseminada, de que o PMDB é uma superestrutura apodrecida. A situação é de uma simplicidade estarrecedora. Os principais caciques do partido do presidente da República Michel Temer pisam distraídos nos interesses da República, atormentados pela sensação de que a qualquer momento um pedaço de investigação pode cair sobre suas cabeças. O único consolo dos caciques é que o caso do PMDB não é único. A podridão é um fenômeno suprapartidário no Brasil.

ECON: "Sucesso total no seminário de ontem á noite"

O seminário realizado pelo Grupo ECON, ontem á noite no Ovídio Dantas, foi um verdadeiro sucesso.
Empresários de vários seguimentos estiveram presentes, para ouvir um grande palestra, ministrada pelo Pastor João Batista  da cidade de Currais Novos.

Foi uma experiência ímpar. Parabéns a André Pereira, parabéns a equipe ECON!!

Confira algumas fotos:










CALOTEIRO: "Prefeitos do Rio Grande do Norte acusam calote de Michel Temer na repatriação"

Em entrevistas recentes, o presidente Michel Temer (PMDB) tem se gabado de ajudar os municípios a fechar as contas do ano.
Segundo Temer, o dinheiro da repatriação possibilita que os prefeitos paguem o 13º salário dos sevidores, e resolvam contas mais urgentes.
Não é o que os prefeitos andam dizendo no Rio Grande do Norte. 
Por meio da Fermun [Federação dos Municípios], os prefeitos do Estado afirmam que o governo federal está dando um calote nos municípios.
Segundo os prefeitos, a segunda parcela da repatriação a ser paga no dia 20 de novembro deveria ser aproximadamente de R$ 200 milhões, valor que seia rateado por municípios norte-rio-grandenses.
Será de apenas R$ 2 milhões, uma redução de 99% nas contas dos prefeitos.

PRISÃO: "Sérgio Cabral é levado para Bangu; grupo festeja chegada com fogos e espumante"

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral foi transferido na noite de hoje (17) para o Complexo Prisional de Gericinó, após passar por exame no Instituto-Médico Legal (IML).
Cabral foi preso por volta das 6h pela Polícia Federal como parte da Operação Calicute, desdobramento da Operação Lava Jato. O ex-governador ficou cerca de 11 horas na sede regional da Polícia Federal no Rio.
Cabral deverá ficar na unidade de Bangu 8, em Gericinó, reservada para presos com nível superior.

Fogos e espumante


Na porta do complexo, cerca de 30 pessoas aguardavam a chegada do comboio. Ao avistarem os carros da PF, o grupo soltou fogos e estourou um espumante.
Operação Calicute
O ex-governador teria recebido propina de construtoras em seus dois mandatos, entre 2007 e 2014, afirmarama Polícia Federal, a Receita Federal e o Ministério Público Federal. Segundo as investigações, o ex-governador chefiava um esquema de corrupção que cobrou propina de construtoras, lavou dinheiro e fraudou licitações em grandes obras no estado realizadas com recursos federais.
De acordo com Ministério Público Federal, Sérgio Cabral chegou a receber R$ 350 mil de “mesada” da Andrade Gutierrez e R$ 200 mil da Carioca Engenharia que, no segundo mandato, aumentou o pagamento para R$ 500 mil.
As investigações começaram em julho, a partir de informações colhidas em acordos de delação premiada de executivos da Andrade Gutierrez e da Carioca Engenharia. A PF e o MPF se concentraram na apuração de irregularidades em três obras, cada uma orçada em mais de R$ 1 bilhão: a reforma do Maracanã para a Copa de 2014, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Favelas e o Arco Metropolitano. A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, por sua vez, investigou a contratação da Andrade Gutierrez para a obra de terraplanagem do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj).

NA MARRA: "Ex-governador Anthony Garotinho é levado à força para Bangu"

O ex-governador Anthony Garotinho foi transferido para o Complexo Penitenciário de Gericinó, onde deverá ficar na unidade de Bangu 8, para presos com nível superior. A saída de Garotinho do Hospital Municipal Souza Aguiar, onde se encontrava internado desde quarta-feira (16), foi muito tumultuada, pois a família queria impedir sua transferência, alegando que a unidade de saúde do presídio não tem condições para tratar o ex-governador, que estaria com problemas cardíacos.
A Polícia Federal (PF) foi acionada pela Justiça de Campos dos Goytacazes para fazer a transferência de Garotinho, o que só ocorreu às 22h45. Ele saiu amparado pelos bombeiros do Samu, mas recusou-se a entrar na ambulância, levantando-se por duas vezes da maca onde estava, precisando ser contido pelos profissionais de saúde.
A ex-governadora Rosinha Garotinho, atual prefeita de Campos, quase desmaiou por duas vezes, precisando ser amparada por assessores. Ela gritava “Meu marido não é bandido” e tentava acompanhar o marido dentro da ambulância. A filha do casal, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ), chorava muito, precisando ser acalmada por amigos e parentes.
A ordem para levar Garotinho foi dada pelo juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira, da 100ª Zona Eleitoral de Campos. O juiz alegou que o ex-governador estaria tendo regalias e determinou sua imediata transferência para o presídio.
“Mostra-se imperioso fazer cessar quaisquer regalias que o réu, ora custodiado, possa estar recebendo, assim como em atenção à sua suposta situação inadequada de saúde, determino sua imediata transferência para o Complexo Penitenciário de Bangu – Presídio Frederico Marques, onde poderá receber assistência médica. Esclareço que o referido complexo penitenciário é provido de uma UPA [Unidade de Pronto Atendimento]”, escreveu o magistrado em sua decisão.
Para a deputada Clarissa Garotinho, a unidade de saúde do presídio não tem condições de atender a seu pai, pois não teria unidade coronariana. Garotinho foi preso acusado de crimes eleitorais na última eleição municipal em Campos dos Goytaguazes, de fazer distribuição do programa municipal Cheque-Cidadão para eleitores em troca de votos.