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sexta-feira, 5 de maio de 2017

PARELHAS: "Vereador Tom faz duras críticas a presidente do SINDSERPPA"

Usando um aparte concedido pelo vereador Netinho Senador, o edil Wellington Araújo silva(PMDB) teceu duras críticas a Presidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Parelhas(SINDSERPPA).
Ao pedir o aparte, o vereador disse que achava estranho o comportamento da presidente, que o teria acusado de ser a favor da Reforma da Previdência e no entanto silencia a respeito de um projeto que tramita na Câmara.
"Eu só queria entender o posicionamento do Sindicato a esse respeito. Primeiro a presidente me acusa dizendo que eu sou a favor da Reforma da Previdência, o que eu não sou, mas fica em silêncio quando o assunto é o Projeto de Lei que tramita aqui nesta Casa. Eu fico triste em ver que o Sindicato ao invés de defender os funcionário, tem apenas uma bandeira". Destacou o vereador Wellington.


POLÍTICA: "Bancada do PMDB de Parelhas afirmam que não vão votar em Walter Alves em 2018"

Já por duas vezes, a bancada do PMDB parelhense, composta pelos vereadores Netinho Senador, Wellington Araújo, Francisco Genidson e Rogéria Layanne, afirma na tribuna da câmara que assim como Walter Alves, o filho de Garibalde, ficou contra o povo, se abstendo de votar na PEC da reforma trabalhista, eles não vão apoia-lo nas eleições que se aproxima.
O discurso está afinado: "Quem vota contra o povo, não merece o voto do povo", afirma todos.
"O único deputado que já temos voto certo é Francisco do PT, se o mesmo for candidato. Os demais iremos pensar muito se eles merecem o voto do povo de Parelhas e quem votar, ou votou a favor dessas reformas, não terão o nosso apoio". Afirmam.



POLÍTICA: "João Dória em má companhia"

O deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte, se reuniu na manhã desta sexta-feira (05) com o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). O parlamentar convidou o gestor para participar da convenção estadual do PSDB potiguar, que ocorrerá no dia 27 de maio.

BRASIL: "Movimento "Ocupa Brasília" deve acontecer entre os dias 15 e 19 desse mês"

Após reunião em São Paulo, na tarde de ontem, quinta-feira (4), representantes de centrais sindicais anunciaram que vão promover o movimento “Ocupa Brasília” entre os dias 15 e 19 de maio, em Brasília, para pressionar o governo contra as reformas trabalhista e da Previdência.
Na semana anterior – de 8 a 12 de maio – os sindicatos e suas bases pretendem pressionar os parlamentares em seus estados de origem e na região onde concentram seus votos. Eles querem também conversar com parlamentares que estão indecisos sobre o voto nas reformas.
Blog do Primo

SERIDÓ: "Cição Bandido dá prazo de 15 dias ao Governador Robinson Faria"

Cição Bandido está impossível como nunca, depois de protestar contra o descaso do Governo Federal com o pequeno pecuarista seridoense enviando  para o presidente Temer uma caveira de cabeça de vaca chifruda  pelo Correio, agora ele protestou pela recuperação da estrada RN 118 que liga Caicó ao município de Jucurutu que está completamente esburacada causando muitos acidentes.
Cição tocou fogo em vários pneus e interditou a estrada. O Corpo de Bombeiros foi acionado e policiais da Policia Rodoviária Estadual levaram Cição Bandido para Delegacia de Polícia.
Na Delegacia, Cicão deixou bem claro que vai conceder 15 dias para o governador Robinson Faria mandar recuperar a estrada, caso contrário, ele vai fazer um protesto de grandes proporções. Até os policiais, mesmo cumprindo o dever de registrar um TCO, apoiaram o protesto do ativista seridoense.
Blog do Primo

FEUDALISMO: "Projeto de deputado do PSDB prevê pagamento de trabalhador rural com comida ou casa"

Após a votação da reforma trabalhista na Câmara, a bancada ruralista se movimenta para alterar as leis que tratam da proteção dos direitos do trabalhador rural. A intenção é restringir o poder da Justiça do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho e alterar normas para permitir, por exemplo, que o empregador deixe de pagar salário ao empregado do campo. Nesse caso, a remuneração poderá ser feita por “qualquer espécie”, como alimentação e moradia. As informações são do Valor Econômico.
Para não aumentar ainda mais a resistência à sua proposta, o relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB-RN), deixou de fora 192 mudanças legislativas reivindicadas pela bancada ruralista. Esses itens, agora, serão rediscutidos em um projeto do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), coordenador da frente parlamentar.
Segundo o Valor, o texto aumenta para até 12 horas a jornada diária por “motivos de força maior” e permite a substituição do repouso semanal dos funcionários por um período contínuo, com até 18 dias de trabalho seguidos. Autoriza, ainda, a venda integral das férias dos empregados.
“Existe preconceito muito grande da Justiça do Trabalho com o trabalhador rural”, diz Nilson Leitão. Para ele, as leis trabalhistas e os regulamentos expedidos pelo Ministério do Trabalho são elaborados com base nos conhecimentos adquiridos no meio urbano, desprezando “usos, costumes e a cultura do campo”.
Deputados e entidades ligados à agricultura familiar, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados (Contar) Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (Contag), classificam a proposta como ataque ainda maior aos direitos trabalhistas.
“As normas existentes são esparsas e em grande medida, subjetivas, dependentes das interpretações dadas pelos auditores fiscais do Trabalho e da própria Justiça do Trabalho em determinados casos, o que põe o produtor rural em situação de insegurança jurídica, tornando os altos gastos efetuados para o atendimento destas normas, um investimento de risco”, alega o tucano na justificativa do projeto de lei.
Congresso em Foco

BRASIL: "Presidente da FUNAI é demitido após recusa a nomeações partidárias"

Em meio a uma intensa disputa política e ao agravamento dos conflitos entre fazendeiros e indígenas, o governo federal demitiu o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Antônio Fernandes Toninho Costa. A exoneração foi publicada na edição desta sexta-feira (5) do Diário Oficial da União. O nome do substituto ainda não foi divulgado, mas deve ser indicado pela bancada ruralista, da qual faz parte o ministro da Justiça, o deputado licenciado Osmar Serraglio (PMDB), a quem a Funai é subordinada.
A queda do presidente da Fundação Nacional do Índio já havia sido antecipada pelo Congresso em Foco em 20 de abril. A demissão foi exigida pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE), porque o presidente da entidade responsável pela gestão das terras indígenas não aceitou nomear 25 pessoas indicadas por ele desde que a nova direção do órgão tomou posse. Toninho chegou ao cargo por indicação do próprio PSC.
Além de André Moura, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), do mesmo partido de Serraglio e do presidente Michel Temer, também pressionou por nomeações no órgão. Os dois deputados ganharam a chancela do presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC), pastor Everaldo Pereira. As ameaçam começaram no segundo dia da gestão de Antônio Costa. Como o presidente da Funai não acatou o pedido, sofreu ameaças do deputado que, com o dedo em riste, gritou que o era o “dono” do cargo.
Ontem o ministro Osmar Serraglio disse que a eventual demissão de Toninho seria decidida não por ele, mas pela “coalizão partidária” que garantiu sua nomeação.
“Nós vivemos em coalizão. Nós construímos essa coalizão através de uma partilha com partidos. Assim também ocorre com a Funai. Não é o Ministério da Justiça que vai decidir em relação ao presidente, mas claro que vai identificar a proficiência e as competências necessárias se houver troca de presidente”, afirmou Serraglio.
Conflitos
A saída do presidente da Funai ocorre em momento em que o órgão sofre com cortes orçamentários e ingerência política. No último fim de semana, um conflito por terras no Maranhão deixou pelo menos dez pessoas feridas. Alguns indígenas tiveram mãos decepadas. Toninho disse, esta semana, que o confronto havia fugido do controle da Funai.
Os indígenas do povo Gamela decidiram se retirar de uma área tradicional retomada e, enquanto saíam, sofreram uma investida de dezenas de homens armados de facões, paus e armas de fogo.  Pouco puderam fazer em defesa própria a não ser correr para a mata. Um carro de polícia estava junto ao grupo de fazendeiros e capangas antes da ação violenta.
Pelo menos cinco indígenas feridos em estado grave foram internados no hospital Socorrão 2, Cidade Operária, na capital São Luís. Um deles levou dois tiros. Além disso, um teve as mãos retiradas a golpes de facão, na altura do punho, e outro, além das mãos, teve os joelhos cortados nas articulações.


POLÍTICA: "Temer diz que não pretende continuar na política"

O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que não pretende continuar na vida política após terminar o mandato, em 2018. E também reforçou a posição de que não pretende concorrer a um novo mandato presidencial. “Aposentar-me nunca, jamais, mas eu não tenho intenção de continuar a atividade política, já cumpri meu papel”, afirmou em entrevista à RedeTV! gravada nesta terça-feira, 2, e exibida na noite desta quinta, 4.
Temer voltou a dizer que espera aprovar as reformas até o fim do mandato. “Só espero que as reformas deem certo e que não haja necessidade de pedirem para eu continuar”, disse.
O presidente afirmou ainda que acredita não ter errado durante seu mandato, que assumiu após o afastamento da petista Dilma Rousseff, em maio de 2016. “É possível que eu tenha errado aqui e acolá, mas não sinto que tenha errado”, disse. Temer falou que, se cometeu erros, foram acidentais e não propositais.