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sábado, 13 de maio de 2017

BLOG INFORMA: "Neste domingo tem Mago Santana no almoço do dia das mães no Recanto Verde"


Mago Santana animará o  almoço do dia das mães no Restaurante Recanto Verde.

Venha almoçar com sua família e comemore o Dia das Mães  no lugar mais aconchegante de Parelhas.


Aberto á partir das 11hs, com a comida caseira mais gostosa da região.

Self-Service apenas 10 reais.

TRAIDOR: "Garibalde Alves anuncia que votará a favor das reformas trabalhistas e previdenciária"

O senador Garibaldi Filho (PMDB) anunciou, em reunião com sindicalistas, nesta sexta-feira (12) que votará a favor das reformas trabalhistas e da previdência, propostas pelo presidente Michel Temer (PMDB).
“Essas reformas são necessárias ao País e estamos em um caminho sem volta. Caso contrário, vamos entrar em uma situação de insustentabilidade política e econômica”, afirmou.

ARTIGO: "O desespero das Organizações Globo após o depoimento de Lula"

O depoimento de Lula foi recebido com naturalidade pelo Juiz Sérgio Moro. Também por vários veículos da imprensa, inclusive de direita. Porém, um veículo de comunicação, nobre, desesperou-se. A Globo News.
Sou telespectador deste canal. Nunca tinha visto o seu elenco, mais credenciado, de semi-gênios, tão esbaforidos. De ventas esfoladas, quase cuspindo na câmera, para desmerecer ou refutar as respostas de Lula.
Nem os promotores ficaram tão irados quanto a Globo.
Lula acertou no cabelouro da Globo, como o matador de boi. Não sou eleitor de Lula, mas fico rindo dos seus inimigos.
Incompetentes.
O Ministério Público não provou a materialidade desse crime. A Globo é tão desonesta quanto as empreiteiras. Desde a Ditadura.
Faltou Lula oferecer o triplex, por preço vil, aos presentes. Desde que pudessem transferir o imóvel, como compradores, provando a propriedade do vendedor.
Propriedade imóvel prova-se com escritura pública, registrada. O resto é política ou patifaria.
O excesso de acusação na pressa de atingir o acusado retira o alcance mínimo da verdade.
Lula é culpado ou inocente? Não sei.
Porém, a menos que se invente outra consciência jurídica, a dúvida protege o réu.
Blog do Primo

CORRUPÇÃO: "Vereadora Sandra Rosado é condenada a 9 anos de prisão"

A vereadora Sandra Rosado foi condenada a mais de  9 anos de prisão pela Justiça Federal. 
Ela responderá por crime de apropriação indevida de recursos  repassados pela União a Associação de Assistência e Proteção a Maternidade de Mossoró (APAMIM). 
A sentença é do juiz federal Orlan Donato de Rocha.

UM ANO DO GOVERNO TEMER: "O imaginário que move a agenda do atraso"

O governo Michel Temer, que completou um ano ontem sexta-feira (12), contada a interinidade, demonstra ter inspiração claramente antipopular. Para defender a tese, não são necessários argumentos pretensamente técnicos, como os do governo, que esgrima um mal demonstrado “déficit” na Previdência Social, para justificar a amplitude e “urgência” do assalto aos direitos da população.
A tese se afirma de modo seguro e direto, se atentarmos para a evidência simples de que a chapa que venceu as eleições em 2014 tinha plataforma completamente distinta daquela que, agora, o Executivo implementa. Em contraposição frontal ao mandato outorgado, portanto, o mandatário executa a sua própria agenda, desdenhando do poder concedente e avocando para si, com tal atitude, a própria condição de “soberano”. Os que não gostam da palavra golpe precisam encontrar outra, portanto, que melhor se adeque à situação que o Brasil vive na prática.

Comecemos, então, pela contrarreforma das relações trabalhistas no campo, que admite o absurdo do pagamento que não seja em espécie. Aqui, em primeiríssimo lugar, a sordidez de propor como mera possibilidade o que está vocacionado para se converter em regra geral: o trabalho remunerado por qualquer outra coisa que não seja dinheiro!É preciso, contudo, deixar a arena da macropolítica – em que estão, por suas escalas, as contrarreformas trabalhista e da Previdência – para entender a real extensão da natureza antipopular deste governo, que com a ampla desinibição de sua base parlamentar, transforma a barbárie da destruição de marcos regulatórios mínimos do Estado Nacional, em “processo de modernização”.
Ora, todos sabemos que esta lógica é a mesma que presidiu o Brasil das relações de servidão no campo e está vinculada à imigração, que se seguiu ao colapso do escravismo colonial. Como procedimento, diga-se de passagem, nunca foi inteiramente superado, como muito bem o demonstram os casos de trabalho análogo à escravidão, que se alimenta com dívidas contraídas por trabalhadores que, a sua vez, jamais recebem qualquer pagamento monetário.
Avançando para pauta ambiental, o rito de licenciamento é fragilizado, em nome de um imaginário amplamente retrógrado e ultrapassado, que vê a natureza sob a perspectiva de uma disponibilidade absoluta e inesgotável. Essa “modernidade governista”, que usa botas e chicote, luta por aprovar o Projeto de Lei 3.729/2004, que fragiliza os ritos de licenciamento ambiental, além de, obviamente, bater palmas para o contingenciamento de 43% do orçamento do Ministério do Meio Ambiente.
Curioso que, aos poucos, a legislação ordinária e as práticas administrativas vão derrogando as previsões do Artigo 225 da Constituição Federal, que assegura que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.
Na questão fundiária, a terra é desinvestida da condição de pressuposto de toda e qualquer vida no planeta, reduzida à mais imediata venalidade e, consequentemente, se lhe aplicam os ditames dos mercados. Deste modo, a base governista se prepara para a tentativa de aprovar a permissão de venda de terras para estrangeiros, prevista nos Projetos de Lei 2289/2007 e 4059/2012; beneficiar a grilagem de terras, eliminar o conceito de uso social da terra e extinguir a reforma agrária com a MP 759/2016; além de reduzir as áreas protegidas e Unidades de Conservação, no âmbito das MP 756/2016 e 758/2016.
A ofensiva restauradora governista não estaria completa se não se dirigisse também ao intento de fragilizar os direitos territoriais indígenas, por meio das PEC 215/2000, que acaba com demarcação de Terras Indígenas e PEC 132/2015, que possibilita a indenização a ocupantes das mesmas.
O percurso realizado, que lista rapidamente o esforço legiferante da base governista – somado às previsões das contrarreformas trabalhista e previdenciária, não abordadas em seus detalhes aqui – demonstra não apenas a extensão e intensidade do ataque aos direitos fundamentais da gente brasileira, mas o imaginário que o move.
Estamos diante de um arranjo hegemônico que não apenas governa contra o povo, mas deseja fazê-lo, no futuro, sem referir-se a povo algum. Querem nos reduzir a gente desprovida de direitos, sem autonomia ou expectativa de emancipação, segura pelo cabresto firme do abandono à própria sorte.
Quando se diz, portanto, que a casa grande quer recuperar o protagonismo na vida política nacional, a locução casa muito bem com a mais imediata realidade. Um território sem povo, esse é o desejo final dessa elite do atraso, para a qual a força de trabalho deve ser reduzida à condição dos “semoventes” e a natureza, de disponibilidade irrestrita, pronta para ser espoliada e destruída. Este cenário de terra arrasada nos atingirá, como elite que são, pois poderão sempre conduzir de Miami, seus negócios em solo pátrio.

LAVA-JATO: "Rio Grande do Norte no esquema do caixa 2"

A Justiça Federal em cinco Estados, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) são os destinos dos pedidos de providência encaminhados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) à Corte com base nas delações dos marqueteiros João Santana e Monica Moura e de André Santana, funcionário do casal. Sem contar os estrangeiros, dezesseis políticos brasileiros são citados em 21 petições – a 22ª ainda não teve o conteúdo divulgado.
No Rio Grande do Norte, o político implicado é o ex-governador Fernando Freire, que em 2002 teve como marqueteiros na sua tentativa de reeleição os dois delatores. Segundo Mônica Moura, o valor combinado pelo serviço na época não foi pago.
Mônica Moura dá detalhes sobre pagamentos ilícitos de serviços de publicidade e marketing contratados para a campanha do ex-governador, pelo PMDB, em 2002. A marqueteira disse que recebeu parte dos pagamentos em Natal, e que Freire assinou uma nota promissória que nunca foi paga. Mônica também contou que tem, até os dias de hoje, documentos que comprovam esses encontros, além da referida nota promissória.