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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

TUDO CERTO: "FENEPAR acontece normalmente"


MALDADE: "Governo Temer defende contribuição de 44 anos para ter teto da aposentadoria"

A nova proposta de reforma da Previdência, apesar de facilitar o acesso à aposentadoria em relação à versão anterior, pode vir com uma regra que reduz o valor do benefício de quem ganha acima do salário mínimo.
A fórmula de cálculo em estudo pelo governo e pela Câmara, à qual a Folha teve acesso, exigirá 44 anos de contribuição previdenciária para o trabalhador receber o valor máximo do benefício.
A regra prevê que o benefício para quem completar idade mínima e 15 anos de contribuição seja equivalente a 50% da média salarial do trabalhador. A mudança não afeta quem tem direito a um salário mínimo, que tem o valor integral garantido.
Após os 15 anos de contribuição, a fórmula prevê o aumento de um ponto percentual por ano de 16 a 25 anos de contribuição; 1,5 ponto de 26 a 30 anos; 2 pontos de 31 a 35 anos e 2,5 pontos a partir de 36 anos de contribuição, com limite de 100%.


PARELHAS: "Prefeito vai exonerar 100% dos comissionados"

De acordo com o Blog do Marcos Dantas, o prefeito de Parelhas Alexandre Petronilo vai exonerar todos os cargos comissionados existentes na prefeitura municipal.

O corte vai atingir 11 secretários e 49 cargos de confiança do prefeito.

Apesar do prefeito dizer que anunciou a medida durante uma reunião, alguns aliados dizem que foram pegos de surpresa com a decisão do mandatário.

"Estamos com o limite prudencial em 68% e nessas horas precisamos tomar as decisões corretas". Disse Alexandre ao Blog do Marcos Dantas.

Apesar de demitidos, tudo indica que os comissionados continuarão nos cargos mesmo sem receber, ou seja, voluntariamente, pelo menos o mês de dezembro.


POLÍTICA: "PMDB pode lançar candidato a presidência pra defender "legado" de Temer"

O presidente do PMDB e líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), declarou nesta terça-feira, 14, que a sigla pode lançar candidato à Presidência da República na eleição de 2018. Segundo ele, o presidente Michel Temer vai deixar um legado que será “uma das espinhas dorsais” das discussões do pleito do próximo ano.
“Se não tiver ninguém para defender esse legado, o PMDB não vai ficar órfão e vai lançar um candidato à presidência da República para defender esse legado. Michel Temer fez mágica, ele fez mais do que Mister M e David Copperfield juntos”, declarou Jucá.
Para o líder do governo, o PSDB terá que decidir se é a favor ou não das medidas tomadas pelo presidente Temer. Ele admitiu que a saída do tucano Bruno Araújo do cargo de ministro das Cidades, na segunda-feira, acelerou a reforma ministerial, e disse que a permanência do partido nos cargos dependerá de “qual tamanho o PSDB quer ter dentro do governo”. As informações são da Agência Estado.