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quinta-feira, 13 de abril de 2017

AMANHÃ É SEXTA-FEIRA SANTA, TEM UM DELICIOSO PEIXE FRITO ESPERANDO POR VOCÊ NO RECANTO VERDE


Que tal almoçar com a família um delicioso peixe no caldo? 
Ou um peixe frito completo?
E um filezinho de peixe no caldo ou frito?


Tudo isso, você vai encontrar amanhã, sexta-feira santa, no Restaurante RECANTO VERDE, que vai está aberto, oferecendo toda comodidade e o atendimento que você merece. 

O RESTAURANTE RECANTO VERDE, FICA LOCALIZADO NA BARRAGEM BOQUEIRÃO, AQUI EM PARELHAS,RN!

PARELHAS: "Prefeito Alexandre baixa decreto que regulamenta carga horária do servidor"



"Por determinação do prefeito Alexandre através de Decreto Municipal, os servidores públicos passam a ter sua carga horária regulamentada. Cada cidadão é responsável pela fiscalização do seu cumprimento e nós da Secretaria de Administração, através da Coordenação de Gestão de Pessoas, faremos a aplicação das sanções previstas no decreto e no estatuto dos servidores". Explicou Ismael Alves, Secretário de Administração

CHARGE DO DIA: "Temer e seus ministros corruptos amestrados"


POLÍTICA: "Advogado de Henrique Alves diz que ele é inocente"

A defesa de Henrique Eduardo Alves repudia veementemente as afirmações feitas pelo executivo da Odebrescht Márcio Faria em delação premiada, na qual aponta a sua participação em reunião ocorrida no dia 15 de julho de 2010 no escritório político do presidente Michel Temer, em São Paulo, com a presença deste, do então deputado Eduardo Cunha e do delator, ocasião em que teria tratado do pagamento de propina decorrente de contrato com a Petrobras.

Conforme já afirmado pelo próprio presidente da República, o acusado não se fazia presente em dita reunião, jamais tratou do assunto mencionado e sequer conhece o indigitado delator.

É inaceitável que seja dado crédito a afirmação realizada por pessoas envolvidas em ilícitos que se colocam na obrigação de acusar para gozar de benefícios legais.

Todas as medidas serão tomadas para esclarecimento da verdade e a responsabilização cível e criminal do dito delator.


Marcelo Leal



ALEGRIA!: "Barragem Boqueirão de Parelhas está recebendo um bom volume de água"

A Barragem Ministro João Alves Filho (Barragem Boqueirão de Parelhas), está recebendo um bom volume de água graças a boas chuvas caídas na tarde e noite desta Quarta (12),  por trás da serra, onde ficam os rios que desaguam na barragem.

Segundo medições realizadas por volta das 06h20 da manhã desta quinta (13), a Barragem Boqueirão havia recebido 1,86 cm (Um Metro e Oitenta Centímetros) de água.

Ainda segundo informes, o reservatório ainda recebe muita água e o volume com certeza vai aumentar nas próximas horas.

Marcos Silva 



PMDB poderá mudar de nome...

A rejeição crescente ao modelo político atual pode levar a uma renovação… Ao menos no nome das legendas. Além do antigo PFL, que comemorou 10 anos de Democratas na semana passada, outros partidos devem seguir o mesmo caminho.
PTdoB deve oficializar a mudança para “Avante” no encontro nacional da legenda, no próximo dia 29, em Brasília. Com isso, o objetivamente é fazer 15 deputados em 2018 — hoje possuem apenas 5.
Já o PTN mudou recentemente seu nome para “Podemos”, igual o popular partido espanhol. Com isso, pretendem lançar candidato ao Planalto no ano que vem.
Por sua vez, o PSL já adotou o “Livres”. Até o PMDB cogita uma mudança de nomenclatura. Na reuniões do partido, Romero Jucá, presidente da sigla, fala em “Movimento”.
Radar On Line



E NO SILÊNCIO DAS PANELAS: "Ex-executivo da Odebrecht diz ter pago R$ 40 milhões em propina a Temer"

Em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-executivos da Odebrecht Márcio Faria da Silva afirmou que participou de uma reunião no escritório de Temer em São Paulo, no dia 15 de julho de 2010.  Em depoimento gravado, o ex-executivo diz que só tomou conhecimento que o escritório era de Temer ao chegar no local. A reunião ocorreu para negociar o pagamento de propina de um contrato da empreiteira com a Petrobras. Na ocasião não ficou acertado valores, mas o delator disse ter pago R$ 40 milhões de propina a partir do encontro.
Em nota enviada pelo Planalto, o presidente diz que Faria foi levado ao presidente pelo deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “A conversa, rápida e superficial, não versou sobre valores ou contratos na Petrobras”, diz trecho do documento. Além disso, Temer chamou de “mentira absoluta” os fatos narrados pelo delator e diz que o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) não participou do encontro.
De acordo com Márcio Faria, no encontro, além de Temer, estiveram presentes Rogério Araújo, executivo da Odebrecht, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves (RN), ambos deputados federais na ocasião. O lobista João Augusto Henriques também participou.
Os R$ 40 milhões de propina foram pagos como contrapartida a um contrato da empreiteira com a Petrobras. O valor correspondia a 5% do total da obra. Na ocasião, não foram tratados de quantias, mas Temer deixou claro, segundo do delator, que Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves estavam ali como representantes dos interesses do partido e sinalizou que qualquer problema seria resolvido com seus “rapazes”.
“Se acontecer qualquer coisa aí, desses rapazes aqui, ele apontou para os dois deputados, Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha, pode deixar que ela vem e fica aqui. Esses jovens, esses rapazes resolvem para mim lá. Não estou preocupado. Sinalizando para o colo dele. Dando a entender que eles resolveriam os assuntos de interesse do PMDB”, disse Márcio Faria.
Apesar de citado pelos delatores da Odebrecht, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que diz não poder investigar o presidente Michel Temer (PMDB). No documento, o procurador explicou ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, que “há impossibilidade de investigação do presidente da República, na vigência de seu mandato, sobre atos estranhos ao exercício de suas funções”. Além disso, o procurador afirma que Temer “possui imunidade temporária à persecução penal, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal”.


LAVA-JATO: "Deputado federal Fábio Faria levou R$ 100 mil em doação da Odebrecht"

O deputado federal Fábio Faria (PSD-RN) é conhecido no meio político pelo sucesso com mulheres famosas. Ele namorou celebridades como a apresentadora Sabrina Sato e a herdeira de Silvio Santos, Patrícia Abravanel, com quem tem um filho.
O histórico rendeu ao parlamentar o apelido de “garanhão” na lista de políticos aliciados com propina repassada pela empreiteira Odebrecht.
O nome consta em planilha do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, que ficou conhecido como departamento de propinas. O deputado também aparece na lista como “bonitão”.
Conforme inquérito autorizado pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), Faria aparece como recebedor de R$ 100 mil como doação da empreiteira durante a campanha de 2010.
O pai dele, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), e a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), também são acusados de receber R$ 350 mil da Odebrecht.
Com informações do UOL.


MOROSIDADE: "Investigação de políticos citados em delações pode durar até 5 anos no STF"

Os inquéritos abertos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar políticos citados nas delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht podem levar pelo menos cinco anos e meio para chegar a uma conclusão. O tempo é estimado pela FGV Direito Rio para que um processo criminal envolvendo autoridades com foro privilegiado seja finalizado.
A estimativa faz parte do levantamento Supremo em Números, divulgado anualmente pela instituição. Além do tempo médio, durante a tramitação, os processos ainda poderão ser paralisados e remetidos para a primeira instância do Judiciário se os políticos envolvidos não se reelegerem e, com isso, perderem o foro privilegiado. A prescrição dos crimes também não está descartada. No caso de investigados maiores de 70 anos, o tempo para a Justiça punir os acusados cai pela metade em relação à pena máxima para cada crime.
Os políticos citados nas delações dos ex-executivos da empreiteira Odebrecht vão responder no STF pelos crimes de lavagem de dinheiro, crime eleitoral (caixa 2) e corrupção ativa e passiva. As pena variam de três a 12 anos de prisão.