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sexta-feira, 15 de abril de 2016

PARELHAS: "Possibilidade de Humberto Gondin não fazer aliança na proporcional, deixa oposição em polvorosa"

Parede que o freio que foi dado pelo pré-candidato a prefeito Dr. Tiago Almeida no "caminhão" da oposição, derrubou o ex vereador Humberto Gondin e seu grupo.
Segundo contam nos bastidores políticos, o ex vereador não vai aceitar fazer coligação na proporcional, ou seja na chapa de vereadores, poderá até se aliar na majoritária, mas deverá aliar-se apenas a três partidos na proporcional, que seriam: PP, partido do vereador João Dantas, PSB, comandado na cidade pelo seu fiel escudeiro e suplente de vereador José Gonzaga e o PSD, que é presidido pelo próprio Humberto.
A notícia dessa possível "estratégia", deixou o restante do grupo em polvorosa, tem gente querendo até desistir da pré-candidatura a vereador, por achar que sem Humberto na chapa, não teria nenhuma chance.

O Blog advertiu dias atrás, que seria muita imprudência subestimar o potencial eleitoral do ex vereador Humberto Alves Gondin. 
Embora Dr. Tiago tenha dito que Humberto continua sendo o maior líder político da "bandeira vermelha", a população fica sem entender, porque o MAIOR líder político foi praticamente expulso da majoritária.


TEMER COMEMORA DECISÃO DO STF

Por Josias de Souza
Dilma Rousseff e Michel Temer viveram na noite passada experiências antagônicas. Recolhida ao Palácio da Alvorada, a presidente assistiu, pela televisão, à sessão extraordinária em que o STF sepultou as ações do governo contra a votação do impeachment. “Se houver falta de votos, não há intervenção judicial que salve”, ironizou o ministro Gilmar Mendes a certa altura.
Os votos que escasseiam no cesto de Dilma cercavam o vice-presidente da República numa mansão no Lago Sul, bairro chique da Capital. Algo como 80 deputados apertavam a mão, abraçavam, trocavam um dedo de prosa com Temer. Muitos o chamavam de “presidente”. Usufruíram de um coquetel seguido de jantar. Tudo oferecido pelo deputado Heráclito Fortes (PSB-PI). Respirava-se no local doce fragrância da perspectiva de poder.
Pelo celular, a internet levava à mansão da filha de Heráclito, onde Temer se servia de risoto e vinho, as mesmas informações que a TV despejava sobre o tapete do Alvorada. O STF indeferiu um par de pedidos de liminares contra a ordem escolhida por Eduardo Cunha para que os deputados pronunciem seus votos no microfone.
No principal julgamento da noite, os ministros da Suprema Corte rejeitaram por 8 votos a 2 duas teses esgrimidas pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Numa, ele alegava que a comissão do impeachment cerceou o direito de defesa de Dilma. Noutra, reclamava que o relator Jovair Arantes (PTB-GO) incluiu no seu relatório temas estranhos à denúncia original —Lava Jato e pedaladas praticadas antes do atual mandato presidencial, por exemplo.
Com esses dois argumentos, Cardozo pretendia anular a sessão que o presidente da Câmara marcou para domingo. Pedia que o STF determinasse o reinício do processo. Algo que daria tempo ao governo para tentar cooptar aliados que lhe permitam atingir a marca de 172 votos, mínimo necessário para brecar o impedimento da presidente.
O STF decidiu que, na hora de votar, os deputados terão de levar em conta apenas as duas acusações relacionadas ao atual mandato de Dilma: 1) a edição de decretos que autorizaram gastos sem a anuência do Legisaltivo. 2) empréstimos contraídos pelo governo em bancos oficiais as chamadas pedaladas fiscais.
Depois de circular de rodinha em rodinha, Temer acomodou-se numa das mesas. Dividiu-a com outras dez pessoas. Entre elas líderes de partidos engajados no impeachment. Nesse universo, as horas mais preciosas são as mais rápidas. Na contabilidade dos rivais de Dilma, já existem 363 votos a favor do impeachment, 21 além do mínimo necessário. Daí a incômoda sensação de que, para a oposição, certos dias, como os dois que faltam para o domingo da votação, têm 100 anos de duração.





IMPUNIDADE EM ALTA: "Eduardo Cunha é o homem mais forte do Brasil, ele está ganhando todas"

O STF manteve a votação de domingo na Câmara Federal, onde os deputados irão decidir sobre a abertura pelo Senado do impeachment da presidente Dilma Rousseff, aprovado na comissão especial.
O pleno do STF, por maioria já optou pela manutenção da sessão do impeachment.

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou pedido feito pela presidente Dilma Rousseff para suspender a votação.
Tem mais, o roteiro que ele estabeleceu para votação alternando por Estados também foi aprovado pelo STF.
A votação do relatório do impeachment da presidente Dilma Rousseff começará, como já tinha definido Eduardo Cunha, pelo estado de Roraima, no Norte.
O roteiro será o seguinte:
Roraima; Rio Grande do Sul; Santa Catarina; Amapá; Pará; Paraná; Mato Grosso do Sul; Amazonas; Rondônia; Goiás; Distrito Federal; Acre; Tocantins; Mato Grosso; São Paulo; Maranhão; Ceará; Rio de Janeiro; Espírito Santo; Piauí; Rio Grande do Norte; Minas Gerais; Paraíba; Pernambuco; Bahia; Sergipe; e Alagoas.

ESTATÍSTICA: " Quase metade dos brasileiros estão com nome sujo"

O mês de março fechou com 60 milhões de brasileiros com o nome sujo, segundo dados divulgados pela Serasa Experian. Ainda de acordo com a pesquisa, essa é a maior marca desde 2012, quando começou a medição. Naquela ocasão, o País tinha 50,2 milhões de pessoas nessa condição.
Mais de 2 milhões de devedores tiveram o CPF negativado nos primeiros três meses de 2016. Somadas, as dívidas em atraso atingem R$ 256 milhões.
Três em cada quatro inadimplentes ganham até dois salários mínimos: R$ 1.760. Desse total, 22 milhões de pessoas com o nome sujo ganham menos de R$ 880 por mês, de acordo com a pesquisa. Para o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, os números dos primeiros três meses de 2016 “surpreenderam”.

POLÍTICA: "Em nota, Governo do RN lamenta rompimento do PT"

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte lamenta a decisão do Partido dos Trabalhadores (PT) de afastar-se da coalizão político-administrativa estadual, materializada no pedido de exoneração dos cinco secretários e do diretor geral indicados pela legenda.
Desde o início da atual gestão, os secretários contribuíram de forma inquestionável para realização de projetos e ações do Governo Robinson. O Governo agradece aos secretários e ao partido a parceria e o trabalho desenvolvido.

COOPMED-RN anuncia paralisação nesta sexta-feira(15)

No último dia 28 de março, a COOPMED-RN enviou uma notificação a SESAP/RN, ao Hospital Deoclécio Marques, Walfredo Gurgel, SAMU Metropolitano e Hospital Santa Catarina sobre o atraso no pagamento dos contratos referentes ao mês de janeiro de 2016.
O pagamento ainda não foi efetuado o que vem provocando um enorme insatisfação dos profissionais da Cooperativa que prestam serviço à SESAP, o que ocasiona uma dificuldade na organização das escalas dos plantões, bem como, a manutenção da prestação do serviço.
Para isso, a direção da COOMPMED-RN a acatar a decisão de uma assembleia, informa que a partir do dia 15 de abril (sexta-feira) acontecerá a suspensão dos serviços nas unidades citadas acima. Os médicos receberam dezembro com mais de 70 dias de atraso, sendo injusto que os médicos do Estado recebam em dia e os cooperados demorem mais de dois meses.
No Walfreldo Gurgel será paralisado as serviços de ortopedia, vascular, clinica geral e clinica médica. No Hospital Santa Catarina sofre a clinica geral e médica, neonatologia e obstetrícia. No Deoclécio Marques a cirurgia geral e ortopedia. Além do CRO e UTI do Walfredo Gurgel, Samu Metropolitano e Alta e média da OGE. Os atendimentos do município também sofre com a paralisação, como a alta e média complexidade.