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terça-feira, 11 de outubro de 2016

PARELHAS: "Qual será o tamanho do PT na nova gestão?"

As eleições passaram, os palanques foram desfeitos, os ânimos estão retornando ao seu estado natural. Resta agora saber, como será o governo do prefeito eleito Alexandre Petronilo.
A aliança que deu certo, entre PMDB e PT, aqui na cidade de Parelhas, foi aprovada nas urnas mais uma vez, mas há quem diga que a participação do Partido dos Trabalhadores na gestão, poderá encolher ainda mais.
Durante os dois mandatos petistas, o PMDB, que tem como líder incontestável, o médico Dr. Antônio Petronilo, sempre teve o seu espaço garantido. Mas agora a ponta dos polos se inverteram, agora é o PMDB, que estará  "com a caneta na mão".

AO TRABALHO: "Prefeito eleito de Santana do Seridó vai a Brasília em busca de recursos"

O prefeito eleito de Santana do Seridó Hudson Pereira de Brito, não quer nem esperar tomar posse e já vai a Brasília em busca de recursos para ajudar a cidade.
Segundo informações advindas do município, o prefeito eleito já agendou visitas aos gabinetes de Ministros, Deputados e Senadores, onde buscará investimentos, emendas e melhorias para o povo de Santana do Seridó.

PARELHAS: "Família continua a procura de adolescente desaparecida"

Familiares e amigos continuam a procura de Sthefanny Rilleny da Silva, 13 anos, conhecida como"Tefinha"
Ela é residente aqui na cidade de Parelhas/RN, e foi vista pela última vez na terça-feira (27) desembarcando na rodoviária de Natal,   em companhia de um homem desconhecido. 
A família está aflita por notícias. Um boletim de ocorrência já foi formalizado na delegacia local.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que está investigando o caso e pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Sthefanny, seja informada por meio dos telefones da DECAP:
(84) 3232-7867

(84) 3232-7855
         ou
(84) 3232-7078


CARNAÚBA DOS DANTAS: "Coeficiente eleitoral tira vaga de Thábata Pimenta"

Assim como acontece em todo território brasileiro, o coeficiente eleitoral, tem feitos "vítimas" que tiveram votos, mas não foram eleitas.
É o caso da locutora da 93 FM, da cidade de Carnaúba dos Dantas, Thábata Pimenta, que obteve 320 votos no último pleito, 98 votos a mais  que o último colocado, Nilson de Lindalva do PROS, que se elegeu com 222 sufrágios, enquanto que a mesma ficou de fora.

COLUNA DO BARBOSA: "Como já dissera o script segue a risca"

Fico a imaginar o dia em que prenderem Lula, se é que vão mesmo fazer isso. Um orgasmo coletivo da mídia comprometida junto com as oligarquias, elite e classe média metida a besta ocorrerá neste país varonil. As varandas gourmets voltarão a bater panelas, certamente. O JN fará do seu espaço um noticiário todo dedicado ao assunto.
Sim, porque se depender do script isso está próximo de ocorrer. Senão vejamos: primeiro foi o golpe contra a presidenta Dilma. Depois a acachapante derrota do PT nas urnas nas eleições municipais. Em seguida o indiciamento de Lula pela Polícia Federal por suspeita de propina da empreiteira Odebrecht a um sobrinho do ex-presidente da República, e agora para completar, a decisão do Supremo Tribunal Federal que possibilita a prisão de pessoas condenadas em segunda instância, ou seja, permite cumprimento de pena de reclusão antes do trânsito em julgado (final do processo). Tudo isso seguindo uma sequencia lógica e deliberada.
Aliás, a declaração do juiz Sérgio Moro, que está a frente da lava Jato não me surpreendeu: "Supremo decidiu que não somos uma sociedade de castas". Magistrado elogiou julgamento sobre prisão de condenados em segunda instância. O que me surpreende mesmo é o fato dos ministros da Suprema Corte terem tomado esta decisão só agora, porque escândalos envolvendo políticos e empresários no Brasil ocorrem há mais de 500 anos, desde quando Cabral e sua esquadra desembarcaram por estas terras quando os portugueses compravam as índias com espelhinhos para comê-las. Mas não, o Supremo resolveu democratizar a justiça só agora acabando com os privilégios das castas, como bem disse o juiz Moro.
Dirão alguns que os ex-ministros de Lula, José Dirceu e Antonio Palocci, presos - o primeiro acusado de estar envolvido diretamente no Mensalão e o segundo na Lava Jato - foi o princípio do fim de Lula e do PT que culminou com o efeito "exterminador" nesta eleição municipal.
Mas, na verdade, o grande erro do PT foi ter se aliado com o PMDB. Este sim, o maior equívoco, o que levou o partido a cair na vala comum.
Pergunto: o juiz Sérgio Moro vai determinar agora a prisão, com o fim da "sociedade de castas", do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ)? Sim, porque o STF liberou para Moro a ação contra Cunha sobre contas na Suíça. Lembro que a mulher de Cunha, Claudia Cruz, já é alvo de ação penal em relação ao tema e agora o ex-parlamentar também responderá em Curitiba. Será a primeira ação contra Cunha que chegará às mãos de Moro. Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Bênin, na África, e usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. E não são ilações, bom observar isso.
Quem Moro vai prender primeiro, Cunha, já com provas de suas falcatruas, ou Lula, que de concreto, ao menos até agora, não se tem nada contra o ex-presidente, apenas o disse-me-disse das delações premiadas.
A conferir!

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BLOG INFORMA: "Vem aí Galo Fest em Carnaúba dos Dantas. Participe!!"

No próximo dia 22 de outubro, a cidade de Carnaúba dos Dantas viverá o maior carnaval fora de época do interior do estado.

Vem aí GALO FEST!  Você não pode ficar de fora.

PARELHAS: "Depois do vereador eleito Humberto gondim, mas um vereador declara que não será mais candidato"

Parece que a eleição do último dia 02 de outubro, causou alguma espécie de descontentamento por parte de alguns políticos parelhenses.
Depois do vereador mais votado da cidade,Humberto Alves Gondin, anunciar na Rádio Rural que, não será mais candidato a nada, foi a vez do também experiente, vereador Antônio Januário Neto, fazer o mesmo anúncio.
Embora não tenha usado os microfones da Rural, o veterano Neto, confessou ao Blog que esta foi a sua última eleição.
"Não serei mais candidato a cargo nenhum". Declarou, ao entrar na Câmara Municipal, na última quinta-feira(06).
O vereador Antônio Januário Neto tem um curriculum invejável  como parlamentar, e deverá entrar para a história como o vereador da Central do Cidadão, afinal a luta foi dele, para trazer para Parelhas, essa obra tão importante, que já está sendo construída.

RN: "Apenas Zenaide Maia votou contra a PEC 241"

Dos oito deputados federais potiguares, a Deputada Zenaide Maia foi a única que votou contra a PEC 241, que congela pelos próximos 20 anos os gastos públicos.
No seu Facebook a deputada explicou “que não concorda com o congelamento de gastos em educação e saúde.”
Votaram a favor da PEC 241 os deputados federais, Fábio Faria, Rogério Marinho, Antônio Jácome, Walter Alves, Beto Rosado, Rafael Mota e Felipe Maia.

UTILIDADE PÚBLICA: "Eleitor que não justificou ausência tem até dezembro para regularizar situação"

Os eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições e também não justificaram a ausência no prório domingo (2), podem justificar o voto até o dia 1º de dezembro em um formulário de justificativa pós-eleição. O primeiro turno das eleições municipais aconteceu no último dia 2 de setembro e o segundo será realizado no dia 30 deste mês em 55 cidades.
O formulário está na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e depois de preenchido deve ser entregue em um cartório da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito. Para saber onde encontrar um cartório basta acessar a página do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado ou clicar aqui. Para quem mora no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Ceará, Rondônia e Rio Grande do Norte é possível acessar a página do TRE e usar o Sistema Justifica seguindo as orientações do site.
Outro ponto que o eleitor deve estar atento é a documentação que precisa ser entregue para comprovar que estava impossibilitado de votar no dia do primeiro turno. Também precisam justificar o voto os brasileiros que estavam fora do país durante o primeiro turno das eleições.
O eleitor que não fizer a justificativa não poderá obter alguns documentos como passaporte e carteira de identidade, por exemplo. A pessoa não poderá também se inscrever em concurso público entre outras penalidades.

PEC 241: "O que está em jogo"

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, principal aposta do governo Michel Temer para colocar as contas públicas em ordem, a medida, que estabelece um teto para o crescimento das despesas, está causando polêmica por congelar os gastos durante vinte anos e alterar o financiamento da saúde e da educação no Brasil.
De um lado, a PEC é considerada necessária para reduzir a dívida pública do país –que está em 70% do PIB (soma das riquezas produzidas)– e tirá-lo da crise fiscal. Do outro, é vista como muito rígida e criticada por, em tese, ameaçar direitos sociais.
Afinal, o que está em jogo com a aprovação do texto?
A BBC Brasil ouviu economistas para explicar o que diz a proposta e quais são seus pontos mais debatidos.

O que diz a PEC?

A PEC 241 fixa para os três poderes –além do Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União– um limite anual de despesas.
Segundo o texto, o teto será válido por vinte anos a partir de 2017 e consiste no valor gasto no ano anterior corrigido pela inflação acumulada nesses doze meses. A inflação, medida pelo indicador IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), é a desvalorização do dinheiro, quanto ele perde poder de compra num determinado período.
Dessa forma, a despesa permitida em 2017 será a de 2016 mais a porcentagem que a inflação “tirou” da moeda naquele ano. Na prática, a PEC congela as despesas, porque o poder de compra do montante será sempre o mesmo.
Caso o teto não seja cumprido, há oito sanções que podem ser aplicadas ao governo, inclusive a proibição de aumento real para o salário mínimo.
Mais do que colocar as contas em ordem, o objetivo da PEC, segundo mencionado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, seria reconquistar a confiança dos investidores. A aposta da equipe econômica é que a medida passe credibilidade e seja um fator importante para a volta dos investimentos no Brasil, favorecendo seu crescimento.

O teto ameaça saúde e educação?

Um dos principais questionamentos é que, ao congelar os gastos, o texto paralisa também os valores repassados às áreas de saúde e educação, além do aplicado em políticas sociais. Para esses setores, a regra começa a valer em 2018, usando o parâmetro de 2017. A mudança foi incluída no relatório feito pelo deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), relator da proposta na comissão especial da Câmara.
Segundo os críticos, tais restrições prejudicariam a qualidade e o alcance da educação e da saúde no país. Hoje, os gastos com esses segmentos podem crescer todo ano. As despesas com saúde, por exemplo, receberam um tratamento diferenciado na Constituição de 1988, a fim de que ficassem protegidas das decisões de diferentes governos.
A regra que vale hoje é que uma porcentagem mínima (e progressiva) da Receita Corrente Líquida da União deve ir para a saúde. Essa porcentagem, de 13,2% neste ano, chegaria a 15% em 2020. Como a expectativa é de que a receita cresça, o valor repassado também aumentaria. No relatório da PEC, esses 15% foram adiantados para 2017 e então ficariam congelados pelo restante dos 20 anos.
Para o professor de economia da Unicamp Pedro Rossi, essas mudanças afetam sobretudo os mais pobres.
“A população pobre, que depende mais da seguridade social, da saúde, da educação, vai ser prejudicada. A PEC é o plano de desmonte do gasto social. Vamos ter que reduzir brutalmente os serviços sociais, o que vai jogar o Brasil numa permanente desigualdade.”
Rossi diz que a medida não faz parte de um sistema de ajuste fiscal, mas de um projeto de país no qual o governo banca menos as necessidades da população.
Além disso, argumenta a professora da PUC-SP Cristina Helena de Mello, é inadequado colocar um teto para os gastos com saúde, porque não dá para prever como os atendimentos vão crescer.
“Você pode ter movimentos migratórios intensos, aumento da violência e das emergências, aumento dos nascimentos. Vai ter hospital superlotado, com dificuldade para atender.”
Segundo a professora, com a PEC, o acesso das próximas gerações a esses serviços públicos fica comprometido: “estamos prejudicando vidas inteiras”
No meio do caminho entre grupos contrários e favoráveis, a professora da FGV Jolanda Battisti diz que entende as posições críticas à PEC, mas pondera que é necessário escolher entre “dois males”.
“Muitas pessoas nesse debate não enxergam o dilema real: se não contermos a crise agora, a inflação vai aumentar muito.”
Ela diz que o país está à beira de uma crise fiscal. Se o governo não consegue aumentar a receita para pagar os juros de sua dívida nem cortar gastos, explica Battisti, ele precisa pressionar o Banco Central a imprimir mais dinheiro –e a inflação sobe.
De acordo com a professora, o tamanho do prejuízo na saúde e na educação vai depender de como os cortes serão feitos. Se eles atacarem a máquina burocrática, e não as escolas, podem ser menos danosos. O importante, diz, é preservar a ponta: a sala de aula.

RN: "Governador trata da federalização de hospitais do interior com presidente da EBSERH"

O governador Robinson Faria se reuniu na tarde desta segunda-feira, 10, com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Kleber de Melo Morais, em Brasília.
O objetivo do encontro foi tratar do processo de federalização dos hospitais regionais de Caicó, Currais Novos e Santa Cruz, que passariam a funcionar nos moldes do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), referência nacional.
“Ainda serão realizados alguns estudos para viabilizar a federalização destas unidades. E é muito importante frisar que esta mudança não implicará em nenhum prejuízo para a população da região. Muito pelo contrário. São previstas várias melhorias”, salientou o governador.
Durante a reunião, foram apresentadas as ações de ensino na saúde já desenvolvidas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Nos três hospitais, já funcionam residências médicas. Do encontro, ainda participaram a subsecretaria de Saúde Ederlinda Dias e a reitora da UFRN Ângela Paiva.

BRASÍLIA: "PEC da maldade é aprovada com folga"

O Plenário da Câmara aprovou hoje (10), por 366 votos a 111 e duas abstenções, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que fixa um teto para os gastos públicos por 20 anos. O texto foi aprovado em primeiro turno e precisa passar por nova votação no plenário. Também falta votar os destaques da PEC.
Para ser aprovada, a PEC precisava de, no mínimo, 308 votos. O governo havia anunciado que tinha cerca de 350 votos para aprovar a proposta, considerada pelo Executivo como essencial para promover o controle dos gastos públicos e reequilibrar as contas.
A PEC cria um teto de despesas primárias federais que será reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), impondo limites individualizados para os poderes Executuivo, Judiciário e Legislativo.
Em termos práticos, a proposta de Novo Regime Fiscal se propõe a limitar, durante 20 anos, o ritmo de crescimento dos gastos da União à taxa de inflação. Quem descumprir o limite será penalizado e ficará impedido de contratar pessoal, fazer concurso público, conceder reajuste aos servidores, criar cargos ou função que implique em aumento de despesa e alterar a estrutura de carreira que implique aumento de despesa
Tentativa de obstrução
Durante toda a duração dos trabalhos, a oposição trabalhou para obstruir os trabalhos por ser contra a limitação de gastos federais à inflação, defendendo que esse não é o caminho para impulsionar a economia. A oposição também argumentou que a proposta retira recursos da saúde e da educação.
“Tem gente da população que está a favor da PEC porque acha que é o corte dos nossos gastos, dos gastos do Parlamento, do Executivo e não está entendendo que ela corta o dinheiro do hospital, do pagamento do professor”, disse o líder da Rede, Alessandro Molon (RJ).
O líder do PT, Afonso Florence (BA), também criticou a proposta. “A PEC 241 é o desmonte de todas as políticas públicas, é o desmonte do sistema previdenciário, do SUS, do sistema público de educação no nível superior”.
Para Chico Alencar (PSOL-RJ), outro problema, é que a proposta não foi discutida com a população. “A PEC não foi uma proposta feita por um governo eleito e não foi debatida com a população. Essa PEC é uma imposição por duas décadas de um arrocho. Ela tem que ser chamada de PEC do corte de investimentos”, disse o deputado.