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domingo, 29 de outubro de 2017

AGENDA SEMANAL ECON: "De 30 de outubro á 04 de novembro"


IBOPE: "Lula lidera em todos os cenários para 2018"

Em qualquer cenário apresentado ao eleitor, Lula fica com o mínimo de 35% e o máximo de 36% das intenções de voto. 
Bolsonaro aparece com 15% quando enfrenta Lula. E cresce para 18% se o ex-presidente for substituído por Fernando Haddad (neste caso, está empatado com Marina Silva).
É o que mostra o Ibope em sua primeira pesquisa sobre o pleito de 2018, segundo Lauro Jardim.
Bolsonaro tem 15% quando enfrenta Lula e chega a 18%, empatado com Marina Silva, quando Fernando Haddad é o candidato do PT.
Marina, em terceiro lugar, varia de 8% e 11% em cenários com Lula.
Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e João Doria se embolam entre 5% e 7%.
Ciro sobe até os 11% em cenário com Haddad, que atinge apenas 2%.
Na pesquisa espontânea, quando o Ibope não apresenta cartela com nomes, o resultado é:
Lula: 26% (no Nordeste tem 42%);
Bolsonaro: 9%.
Marina: 2%
Ciro, Alckmin, Dilma, Temer, Doria: 1%.

POLÍTICA: "Bolsonaro muda discurso agressivo em busca de votos da população LGBT"

Em um tom mais ameno, o pré-candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que se excedeu ao falar sobre a população LGBT durante entrevistas. Segundo o político, a maioria dos gay e lésbicas brasileiros vota nele.
O deputado federal disse ainda que não usaria as mesmas palavras, classificadas como “bala perdida”. A mudança no discurso faz parte de uma estratégia para amenizar a imagem de “intolerante”, criada pelos discursos contra o público LGBT, negros, indígenas e mulheres.
Bolsonaro admitiu ainda ter falado que pessoas gays deveriam apanhar em casa. Entretanto, para o parlamentar, a declaração foi dada há muito tempo e, atualmente, ele não falaria da mesma maneira.

EFEITO TEMER: "O Brasil pode voltar ao Mapa da Fome da ONU, diz economista"

O economista Francisco Menezes, coordenador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, declarou neste sábado (28) que o Brasil pode voltar ao Mapa da Fome da Organizações das Nações Unidas(ONU).
– Por que que nós fizemos a advertência de que o Brasil pode voltar ao Mapa da Fome? Primeiro lugar a crise econômica e a crise política que passa ocorrer a partir de 2016 traz efeitos muito diretos sobre a população mais pobre, principalmente, em relação ao orçamento de programas sociais que têm uma importância grande para essa população.
Para 2017, o desemprego vai se tornando em índice bastante grave e chegou até 14% a população em situação de empregabilidade. Nesse sentido, foi mais um elemento que se somou e isso tem um efeito que, sem dúvida nenhuma, existe um risco. Sobretudo a questão da fome, que está diretamente relacionada com a pobreza, ela pode se tornar muito real- concluiu.

GARIBALDE: "PMDB vai apoiar Carlos Eduardo"

O senador Garibaldi Filho em entrevista concedida a jornalista Anna Ruth Dantas, confirmou que o plano A do PMDB é apoiar o nome de Carlos Eduardo para governador do Rio Grande do Norte.
Carlos Eduardo é a nossa primeira alternativa para disputar o governo do Estado, ele apesar das dificuldades continua muito bem avaliado em Natal, seu nome já começa a chegar fortemente ao interior do Estado e nós temos que apostar em uma candidatura que reúna esses requisitos. Disse Garibaldi.