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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"Ex-governadora Rosalba Ciarlini assina ficha de filiação do PP"


A ex-governadora Rosalba Ciarlini, que deixou o DEM após ter sua candidatura à reeleição preterida pela legenda no ano passado, decidiu seu novo destino político. Ela se filiou ao Partido Progressista (PP), comandado no estado pelo ex-deputado federal Betinho Rosado, irmão do marido dela, Carlos Augusto Rosado.
 
Em contato com o portalnoar.com, Rosalba confirmou que assinou a ficha de filiação do PP nesta segunda-feira (28). No momento em que ela falou com nossa reportagem, informou que está em Brasília, onde será julgado, na próxima quinta-feira (1), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o processo que a tornou inelegível, devido a uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TER-RN).
 
Questionada se assumiria o comando do partido em Mossoró e se pretendia disputar a prefeitura do Município no próximo ano, Rosalba disse que as conversas políticas só começarão quando ela voltar à cidade. “Esses assuntos políticos e definições sobre o partido ocorrerão somente após voltar a Mossoró. Por enquanto, prefiro não falar”, declarou a ex-governadora.
 
Portal No Ar

SOLUÇÃO DA CRISE NAS MÃOS DO PMDB

A presidente Dilma Rousseff se reuniu na manhã desta terça-feira com o vice Michel Temer e disse que está avaliando a possibilidade de dar ao PMDB sete ministérios na reforma que deverá anunciar até a próxima quinta-feira. O partido comanda atualmente seis pastas.
Dilma afirmou ao vice que foi aconselhada a isso pelo ex-presidente Lula e pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão. Ela explicou que tem dificuldades de ampliar o espaço do partido no momento em que está cortando o número de ministérios.
Se ela resolver aumentar a participação do partido, os peemedebistas ficarão com os ministérios de Saúde, Minas e Energia, Agricultura, Turismo, Portos, Aviação Civil e um sétimo ainda indefinido. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, foi comunicado por Dilma pelo telefone de sua demissão nesta terça-feira.

COVARDIA: "Dilma demite Ministro do PT por telefone"

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, recebeu nesta terça-feira (29) um telefonema da presidente Dilma Rousseff no qual foi informado de que ela necessitará da pasta na reforma ministerial.
O ministério passará a ser controlado pela bancada do PMDB na Câmara. Os cotados para a vaga são os deputados Marcelo Castro (PMDB-PI) e Manoel Dias (PMDB-PB), ambos médicos.
Arthur Chioro, que é do PT, ainda deverá ser chamado pela presidente para uma conversa particular. Segundo relataram dois ministros, Dilma pretende agradecer pela contribuição de Chioro e dizer a ele que a decisão foi motivada por uma necessidade política e não pelo desempenho dele à frente da pasta.
Além da Saúde, a bancada da Câmara do PMDB deverá ficar com outro ministério. Embora um dos objetivos da reforma ministerial seja reduzir para pelo menos 29 o total de pastas (atualmente 39), o espaço do PMDB deverá aumentar dos atuais seis para sete ministérios. Outras pastas contemplarão a bancada do partido no Senado e o grupo do vice-presidente Michel Temer, presidente nacional do PMDB.
Do Blog: "Tá explicado a debandada. Não existe nenhuma consideração pelos companheiros, por isso muitos estão deixando o partido e não vai parar por aí"

BRASIL: "Dilma sanciona reforma política, mas veta doação de empresa a campanha"

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta terça-feira (29) a Lei da Reforma Política aprovada pelo Congresso Nacional, mas vetou sete itens, incluindo o trecho que permitia a doação de empresas a campanhas eleitorais. Os vetos foram publicados em edição extra do “Diário Oficial da União”.
No último dia 17, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu declarar inconstitucionais normas que permitem a empresas doar para campanhas eleitorais. Por outro lado, ao analisar itens da reforma política, em setembro, a Câmara havia aprovado projeto que permite a doação empresarial.
O artigo sobre doações de empresas vetado pela presidente tinha a seguinte redação após ter sido aprovado no Congresso: “Doações e contribuições de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais poderão ser feitas para os partidos políticos a partir do registro dos comitês financeiros dos partidos ou coligações”. Ao justificar o veto, a presidente Dilma Rousseff se baseou na decisão Supremo que considerou a doação de campanha por empresas inconstitucional.