Ser deputado federal é o sonho de consumo de muitos políticos hoje em dia.
Para o ciclo orçamentário de 2026, cada parlamentar pode indicar aproximadamente R$ 40 milhões em emendas individuais.
Com as emendas coletivas — as de bancada e as de comissões —, esse poder de influência aumenta consideravelmente.
Sem falar, ainda, nos recursos oriundos dos fundos partidário e eleitoral.
Portanto, o deputado no exercício do mandato tem grandes chances de reeleição.
Com apenas oito cadeiras em disputa, o funil é estreito no Rio Grande do Norte.
Na foto do momento, apenas três nominatas se mostram competitivas — a do PL, a da federação PT/PV/PCdoB e a da União Progressista (União Brasil/PP).
Havia uma articulação para formar uma quarta nominata, mas ela naufragou.
Juntaria gente de peso da política potiguar — Carlos Eduardo Alves, Kelps Lima, Rafael Motta, Dr. Bernardo, Micarla de Sousa, Abraão Lincoln, entre outros.
Essa turma iria para o MDB, sob o guarda-chuva do vice-governador Walter Alves, que caminhava para assumir o governo.
Diante da decisão de Walter disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, a nominata federal do MDB implodiu.
Agora é cada um por si e Deus por todos. Quem tem mandato agradece.
Diógenes Dantas

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