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terça-feira, 21 de junho de 2016

SEMANA DE "CHUMBO GROSSO" NA POLÍTICA BRASILEIRA

Eduardo Cunha não escapa. Perderá não apenas a presidência da Câmara, mas o mandato.
Bem como suas economias, aliás, vastas, exceção daquelas que já voaram. Além de sua liberdade.
Só isso? Parece que não, porque dois senadores estão na marca do pênalti. O Supremo Tribunal Federal continuará acionando suas baterias, com o dedo do relator Teori Zavaski no gatilho. Ministros?  Pelo menos um, o quarto, por mais bem educado que seja.
O Judiciário tem seu ritmo próprio, mas nem por isso arrefece, a começar pela Primeira Instância do Paraná. A Polícia Federal, a Procuradoria da República e a Receita Federal não esmoreceram.
Em suma, o batalhão dos justiceiros permanece na disposição de não recuar, como desejariam Executivo e Legislativo. Quem viver, verá. Quem temer, também…
Em ponto morto está a possibilidade de o palácio do Planalto encaminhar emenda constitucional ao Congresso propondo eleições diretas e imediatas de presidente e vice-presidente da República, em outubro. Michel Temer é contra, apesar de Dilma Rousseff estar a favor.

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