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sábado, 28 de janeiro de 2017

LAVA-JATO: "A morte de Teori e a teoria da conspiração"

Acaba o luto oficial de 3 dias, pela morte do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal – STF. 
Ele era o ministro-relator da Operação Lava Jato, que investiga o escândalo do maior esquema de corrupção e distribuição de propina do planeta em toda história da humanidade.
A ministra Cármem Lúcia, presidente do STF, deve anunciar as primeiras providências do Supremo para a substituição do relator.
É a maior batata quente que alguém poderia ter nas mãos nestes dias de conturbação política, social e penitenciária do país.
Há possibilidade legal do substituto ser sorteado entre todos os ministros da mais alta Corte Jurídica do país.
Mas há também, legalmente, a possibilidade da presidente usar as prerrogativas do cargo para dar prosseguimento ao processo, com a aprovação do Acordo de Leniência do Grupo Odebrecht e até a quebra do sigilo do processo.
O problema é muito grave e exige uma solução muito forte.
Teori está sepultado, mas as teorias da conspiração estão aí, baseadas em fatos reais, como o detalhe do avião do acidente estar sendo seguido desde o dia 3 de janeiro, período em que sua ficha técnica e histórico de vôos foi consultada mais de 1.884 vezes no sistema que controla a atividade aérea no país.
Caso não avoque estas duas decisões para si, usando das prerrogativas do cargo de presidente, Cármem causará grande frustração para a nação brasileira e poderá jogar a opinião pública contra o STF.
Pior: parecerá convenivente com o jogo brutal dos políticos que desejam enterrar a Lava Jato.
Hoje o STF precisa de uma mulher forte!


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