sexta-feira, 6 de outubro de 2017

ELEIÇÕES 2018: "Sem candidatura de Lula PT pode apoiar Ricardo Coutinho"

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), negou, nesta quinta-feira (05), durante coletiva de imprensa antes de sua exposição no “Seminário Cidades Democráticas”, no Espaço Cultural, em João Pessoa (PT), que o PT esteja trabalhando para que ele seja o candidato a presidente do partido em 2018.
“Não estamos trabalhando com essa hipótese. Estamos convencidos de que Lula será o candidato”, comentou.
Ele ainda lembrou que seu nome não é o único que pode ser utilizado como opção para o comando executivo nacional em 2018. Dentre os citados, está o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB).
“Está cheio de bons colaboradores, eu não sou o único. Muito governador bacana, não só do PT. O governador da Paraíba, que é uma pessoa próxima ao presidente Lula, em Pernambuco, o governador do PSB, tem o Ciro Gomes. O brasil tem quadros”, disse.
Haddad enfatizou a importância do Legislativo municipal no processo de escutar as demandas das camadas sociais na hora de pensar em políticas para a cidade.
 “Os vereadores têm uma importância fundamental, representam e colaboram com a municipalidade e para o bom debate. Eles são reféns do interesse social das cidades”, destacou.
Organizado pelo vereador Tibério Limeira e parte das comemorações de 70 anos da Câmara Municipal de João Pessoa, o seminário começou na manhã desta quinta e teve como objetivo mobilizar a sociedade sobre a importância de participar do processo de revisão do Plano Diretor da Capital.

Um comentário:

João Luiz Pereira Tavares disse...


Recuperamo-nos aos pouquinho cá no Brasil:
Mas não se tem saúde política se não se começar pelo indivíduo consigo mesmo e o Estado pela educação robusta e autônoma. Por um bom tempo o nosso problema foi exatamente o sufocante autoritarismo do PT. Mas em 2016 tivemos um enorme alívio.
Nos libertamos da adstringente ideologia petista devido aos criativos movimentos de rua no ano passado. O MBL teve o seu papel empírico, em 2016! MBL [Movimento Brasil Livre] faz jus ao nome dessa sigla, sem dúvida.
A diminuição do poder vigarista do PT com a saída de Dilma, em 2016, foi fortemente permitido devido ao MBL. Empírico, corajoso e pragmatista, o Arthur do “Mamãe Falei” ajudou muito a desconstruir o discurso ideológico do PT através do método socrático.
Pelo menos MBL e o Arthur lutam contra o lixaço da doutrina petista (conhecida como petismo), lutam contra o brega, o barangismo petista, o mau gosto, o barangão do sertanejo universitário do petismo [inventado na Era Dilma-Lula], o cafona e lutaram contra o autoritarismo sufocante do PT e o Kitsch.

«No reino do kitsch se pratica a ditadura do coração.» (Milan Kundera.).