Imagem ilustrativa
A pequena e simpática Santana do Seridó enfrenta uma das estiagens mais severas dos últimos anos, e quem mais sofre com essa realidade é o homem do campo, especialmente o pequeno criador.
Sem chuva, sem pasto e sem água suficiente, a luta diária para manter os rebanhos vivos tem se tornado quase impossível.
O que causa indignação é que, justamente no momento em que mais precisa do poder público, o produtor rural não encontra respostas concretas.
Ao procurar a gestão municipal em busca de apoio, a resposta é sempre a mesma: as máquinas e os caminhões da prefeitura estão quebrados. Enquanto isso, o tempo passa, os animais emagrecem, a produção cai e o prejuízo só aumenta.
A estiagem não é novidade no Seridó e, justamente por isso, deveria haver planejamento, manutenção da frota e ações preventivas para minimizar os impactos sobre quem vive da terra e sustenta a economia rural do município. O homem do campo não pede favor, pede respeito e condições mínimas para continuar produzindo.
É preciso que a gestão municipal saia do discurso e apresente soluções concretas, antes que o prejuízo se transforme em colapso total para a zona rural de Santana do Seridó.
Mesmo sendo ilustrativa, a imagem acima diz muito sobre a dura realidade enfrentada neste momento.
A seca é natural; o abandono, não!
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