Que as eleições de 2026 não remetam a 2014, quando o então candidato a governador Henrique Eduardo Alves tinha o maior palanque político, o maior número de deputados e prefeitos, foi vencedor no primeiro e perdeu para Robinson Faria no segundo turno.
A chegada da maioria do PSDB de Ezequiel Ferreira no palanque de Álvaro Dias anima, mas não garante o resultado. Vale lembrar, que lá atrás, enquanto Henrique conversava com prefeitos, deputados e vereadores, Robinson Faria percorria cidades, ruas e vielas do RN, sendo recebido pelo povo que decide o resultado nas urnas.
A decisão do PSDB foi um tiro certeiro na pré-candidatura de Cadu Xavier, mas que passou longe de Allyson Bezerra e não define nada, apenas vislumbra quem poderá estar no segundo turno com o ex-prefeito de Mossoró, de acordo com algumas sugestões do momento.
Cadu Xavier, que ainda está sem vice, entra fragilizado na reta final da pré-campanha, entretanto vale salientar que o pré-candidato de Fátima e Lula é carismático, tem duas canetas cheias de tinta a seu favor, tem um eleitorado fiel, histórias para contar e muita estrada pela frente.
Ainda voltando ao passado, vale lembra que em 2024 na disputa pela Prefeitura do Natal, o candidato que largou por último chegou em primeiro lugar. O jogo está apenas começando e que venham os criadores de narrativas. Na política, a vitória não nasce pronta, ela é como uma colcha montada por retalhos.
