terça-feira, 6 de janeiro de 2026

SANTANA DO SERIDÓ: "Seca castiga Comunidade Tuiuiú e expõe ineficiência da gestão municipal"


A comunidade rural de Tuiuiú, no município de Santana do Seridó, enfrenta sérios problemas de abastecimento de água. 

Moradores relatam que a falta d’água tem sido constante e que as ações adotadas pela prefeitura não estão sendo suficientes para garantir o fornecimento regular às famílias.

Segundo os relatos, a população depende de soluções emergenciais, como carro-pipa, que não atendem plenamente às necessidades do dia a dia. 

A situação tem gerado dificuldades para atividades básicas, como higiene pessoal, preparo de alimentos e cuidados com crianças e idosos.

A comunidade enfrenta uma grave crise no abastecimento de água, enquanto as ações da atual gestão  são vistas pelos moradores como insuficientes, paliativas e sem resultado prático.O que evidencia um cenário de abandono das comunidades rurais, que continuam esquecidas.

Enquanto a crise hídrica se agrava, a população cobra ações estruturantes urgentes, como perfuração de poços, e políticas públicas eficazes que garantam água de forma contínua.

O povo clama mais atenção do poder público e soluções urgentes para assegurar um direito básico: o acesso à água.

Ao lado do vice-prefeito Grimalde, deputado Francisco confere aplicação de emenda e anuncia mais recursos para Senador Elói de Souza


O deputado estadual Francisco (PT) esteve em Senador Elói de Souza, onde ao lado do vice-prefeito Grimalde foi conferir de perto a aplicação da emenda de sua autoria que possibilitou a aquisição de vários equipamentos para a saúde do município. 

Foram investidos R$ 75 mil na Unidade Mista de Saúde e, a pedido do seu grupo político, o parlamentar se comprometeu em destinar este ano mais outra emenda, dessa vez para a educação local.

Após a visita a unidade, Francisco foi recebido por um grupo de lideranças e apoiadores. Agenda foi finalizada na Festa de Santos Reis, cuja estrutura foi viabilizada graças atuação do seu mandato junto ao Governo do Estado.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

RELIGIÃO E POLÍTICA: "Misturar fé com projeto eleitoral é um desrespeito tanto à religião quanto à inteligência do eleitor"


É uma vergonha.

Misturar fé com projeto eleitoral é um desrespeito tanto à religião quanto à inteligência do eleitor.

A frase do vereador Robson Carvalho publicada nas redes sociais escancara uma prática antiga e oportunista: usar símbolos religiosos para tentar legitimar ambição política. Fé é algo íntimo, pessoal, que não pode ser instrumentalizada como marketing de campanha. Quando um político se coloca como “escolhido”, “chamado” ou abençoado para disputar eleição, ele não está demonstrando devoção — está explorando a crença alheia.

A visita à estátua de São Francisco de Assis, em Riachuelo, vira palco. O discurso religioso vira slogan. O santo vira cabo eleitoral. Isso não tem nada de espiritual e tudo de cálculo político. É uma tentativa clara de capturar o sentimento de um povo simples, majoritariamente religioso, para transformar fé em voto.

O Estado é laico. Mandato se constrói com propostas, preparo, histórico de trabalho e compromisso público — não com apelos místicos, frases ensaiadas e encenação de devoção. Quem precisa se esconder atrás de imagens religiosas para pedir confiança talvez não tenha muito a apresentar no campo das ideias e das realizações.

Robson Pires

ELEIÇÕES 2026: "Um funil estreito demais"


Ser deputado federal é o sonho de consumo de muitos políticos hoje em dia.

Para o ciclo orçamentário de 2026, cada parlamentar pode indicar aproximadamente R$ 40 milhões em emendas individuais.

Com as emendas coletivas — as de bancada e as de comissões —, esse poder de influência aumenta consideravelmente.

Sem falar, ainda, nos recursos oriundos dos fundos partidário e eleitoral.

Portanto, o deputado no exercício do mandato tem grandes chances de reeleição.

Com apenas oito cadeiras em disputa, o funil é estreito no Rio Grande do Norte.

Na foto do momento, apenas três nominatas se mostram competitivas — a do PL, a da federação PT/PV/PCdoB e a da União Progressista (União Brasil/PP).

Havia uma articulação para formar uma quarta nominata, mas ela naufragou.

Juntaria gente de peso da política potiguar — Carlos Eduardo Alves, Kelps Lima, Rafael Motta, Dr. Bernardo, Micarla de Sousa, Abraão Lincoln, entre outros.

Essa turma iria para o MDB, sob o guarda-chuva do vice-governador Walter Alves, que caminhava para assumir o governo.

Diante da decisão de Walter disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, a nominata federal do MDB implodiu.

Agora é cada um por si e Deus por todos. Quem tem mandato agradece.

Diógenes Dantas