Nem Rogério Marinho, nem Michelle Bolsonaro nem Priscilla Costa, como estava sendo divulgado.
O vice de Flávio Bolsonaro será o deputado alagoano Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS.
E o que contou para que o vice fosse escolhido?
Foi ele que pediu a prisão de Lulinha, o filho do presidente Lula. Foi esse o critério.
Rogério continuará coordenando a campanha, Michelle seguirá disputando uma vaga de senadora pelo Distrito Federal e a vereadora Priscila, de Fortaleza, que não conseguiu ser candidata a senadora por decisão do PL, seguirá na disputa por uma cadeira na Câmara.
Priscila era um nome indicado por Michelle, e a não escolha dela reforça o distanciamento entre a mulher de Jair e o enteado Flávio.
Integrante da bancada da bala na Câmara, Alfredo Gaspar enfrenta denúncia, que ele diz ser inocente, de ter estuprado e engravidado uma criança de 13 anos de idade. A denúncia foi formalizada à Polícia Federal e anunciada publicamente pelo deputado Lindbergh Farias e pela senadora Soraya Thronicke.
Gaspar acusou os dois de denunciação caluniosa, e cobrou prisão de ambos.
Depois apresentou teste de paternidade negando a denúncia contra ele e a suposta vítima declarou que o pai da criança, que foi registrada como filha da avó, não era ele, mas um primo dele, que estaria envolvido já em outra denúncia parecida.
Mesmo se declarando inocente nesse caso, como o parceiro Flávio nos casos do Banco Master, rachadinhas, chocolates Kopenhagen, milícias, previdência do Rio de Janeiro, facções criminosas, e...ufa...etc... O vice Alfredo Gaspar vai enfrentar uma campanha voltada a este único tema.
Um tema do qual ele não se livrará, mesmo se autodeclarando inocente.
Ah..
O vice de Flávio também é investigado por desvio de 6 milhões de reais em emendas parlamentares para o município alagoano de Laje.
FONTE: thaisagalvao.com.br

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